Desde cedo, Émilie destoava das companheiras de salão. Aos 12 anos falava seis línguas e aos 20 dominava matemática e física como poucos homens de seu tempo. Embora a história a tenha relegado ao posto de secretária, ela antecipou em séculos descobertas como a dos raios infravermelhos, da fotografia e da conservação da energia – conceito chave para a teoria da relatividade. O livro se concentra nos anos em que o casal viveu no castelo de Cirey e alternava beijos e afagos com experimentos em torno das teorias do físico Isaac Newton. Com acesso a cartas e documentos inéditos, Bodanis descobriu preciosidades como essa em que o autor de “Cândido” avalia o seu desempenho: “Após tantas noites de sexo, minha máquina está totalmente exaurida.”
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Resenha - O amor de Voltaire
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