sábado, 15 de setembro de 2012

Entrevista - Tatiana Viana - inspetora de aluno no Colégio Ativo

 
 
Tatiana Viana, inspetora de aluno no Colégio Ativo, 28 anos de idade foi entrevistada, pelo nosso grupo, no intuito de mostrar como é o seu trabalho e revelar algumas curiosidades de sua vida profissional.
 
Grupo de alunos - Qual seu local de trabalho?
Tatiana - Eu trabalho colégio Ativo.
Grupo de alunos - Qual é sua função no colégio?
Tatiana – Eu sou inspetora e cuido do 6° ao 9° ano, principalmente também cuido de outros alunos quando necessário.
Grupo de alunos - Como é sua rotina profissional?
 Tatiana – Chego aqui no colégio ás 7 horas da manhã, depois almoço e vou para a portaria e dou a saída do 2° ao 5° ano.
Grupo de alunos - Enquanto os alunos estão em aula o que você faz? E você recebe ajuda no que faz?
Tatiana – Ajudo os professores. Sim recebo ajuda do Alvaro, meu colega de trabalho.
Grupo de alunos - Quando você começou a trabalhar no Ativo? Você gosta de trabalhar aqui?
Tatiana – Comecei a trabalhar aqui em 2006. Sim gosto muito.
Grupo de alunos - Você já trabalhou em outras escolas?
Tatiana – Sim, já trabalhei em uma creche chamada A Casa do Caminho.
Grupo de alunos - Qual foi o maior problema que ocorreu na sua vida profissional ?
Tatiana – Foi quando uma garota da educação infantil desmaiou e quando uma mãe queria brigar com um aluno e eu estava grávida.
Grupo de alunos - Você já teve algum mico profissional?
Tatiana – Não me lembro de nenhum.
Grupo de alunos – Você já teve brigas? Quantas?
Tatiana – Sim, algumas.
Grupo de alunos - Como você se sente levando um aluno para secretaria?
Tatiana – Eu não gosto, tento resolver os problemas sozinha, mas quando não dá eu tenho que levá-los.
Grupo de alunos - Você já teve alguma discussão  com seus amigos de trabalho?
Tatiana - Sim.
Nome do grupo: Gabriel Santos, Matheus Nogueira, Carol Barcelos e João Pedro. 
Turma: 802

Conhecendo José de Alencar - Ubirajara

                                        UBIRAJARA
 
                                    
                Ao lado de O Guarani e Iracema, Ubirajara é um dos romances indianistas de José de Alencar, último escrito nesse gênero.

Induzido pela vontade de resgatar a nossa nacionalidade, o índio vem a ser a base da formação do povo brasileiro, segundo o nacionalismo romântico. Nesse sentido, reconstruir a imagem do índio é fundamental para alicerçar o espírito de brasilidade.

O escritor defende o índio bem como sua cultura original, procurando reforçar os pontos que os diferenciam do modo de vida dos europeus. Resgata-lhes valores maiores como a lealdade, a fidelidade, a bravura, o destemor e a valentia, desculpando-lhes casos de poligamia como parte da própria cultura indígena. Culpa os "intrusos" pelas consequências do processo de aculturação do índio brasileiro, pela perda de sua identidade cultural. Sem dúvida, Alencar dedicou boa parte de suas últimas leituras ao resgate dos valores autenticamente indígenas e, nesse sentido, Ubirajara reflete os valores defendidos pelo escritor.

A narrativa centra-se em Jaguarê, jovem caçador, que não poupa esforços para ser reconhecido como guerreiro. Em combate com o grande guerreiro Pojucã, Jaguarê vence e é reconhecido como o grande herói, passando a ser chamado de Ubirajara, o senhor da terra, aquele que é capaz de cumprir sua missão como chefe da tribo dos araguaias. Encontra-se na floresta com Araci, estrela do dia, bela virgem tocantim, filha do chefe Itaquê. Ubirajara é recebido pelos tocantins e, como pretende desposar a jovem Araci, deve enfrentar outros pretendentes.


Significado do nome Ubirajara
Origem do Nome Ubirajara
Qual a origem do nome Ubirajara: INDÍGENA
Significado de Ubirajara
Qual o significado do nome Ubirajara: SENHOR DA FLORESTA.
Significado e origem do nome ubirajara - Analise da Primeira Letra do Nome: U
Pessoa muito respeitada, amigavel, generosa e facil de lidar. Mas quando o assunto é o seu dinheiro, seu tempo ou suas preocupações, nada ou ningué é mais importante. Isso demonstra que deve aprender muito ainda sobre o crescimento da alma. Mas controlando esse egoísmo e usando mais de diplomacia ao tratar com as pessoas, conseguirá avançar muito no seu caminho.
Significado do nome Ubirajara - Sua marca no mundo!
COMUNICAÇÃO,AMIZADE,OTIMISMO,DESPREOCUPAÇÃO,BOM HUMOR
Otimismo e afetuosiadade são qualidades que projetam a imagem de uma pessoa popular que alegra seu circulo de amizades. Adora baladas e agitos onde possa demonstrar seu talento artístico. Muito criativa e comunicativa, possui um charme especial que usa para conquistar o que quer. Sua descontração e bom humor a mantem sempre jovem, não importa a idade que tenha. Sempre aberta a novidades, possui uma mente fértil para os negócios. Seu otimismo permite que mesmo diante das mais dificeis situações encontre um lado positivo e anima todos à sua volta. Se aproveitar este lado para aprender com as situações muitas portas estarão abertas, pois não cometerá os mesmos erros. Por ser muito extrovertida a pessoa de personalidade com vibração 3 pode passar algumas vezes por imatura, portanto, para tirar proveito dos aspectos positivos aja com seriedade, e prove o contrário sendo responsável em todas as  situações.
 
 
"Ubirajara", de José de Alencar, é uma importante composição no conjunto de obras indianistas de José de Alencar e fundamental no conjunto, completando sua intenção de fazer uma obra panorâmica. Mostrando uma terra selvagem, com sua pureza ainda não devastada pela presença do branco invasor, sua personagem principal é um índio brasileiro puro, que ainda não se corrompeu perante a cultura europeia. O romance foi publicado em 1874.
 
    FONTES:        1:   http://baixarbonslivros.blogspot.com.br/2011/04/ubirajara-jose-de-alencar.html
                                                       GUSTAVO HENRIQUE - 801

Conhecendo José de Alencar - Til

Til, de José de Alencar
 
 
 
 
 
José Martiniano de Alencar ele nasceu em Messejana, no dia, 1 de maio de 1829 e morreu no Rio de Janeiro no dia, 12 de dezembro de 1877. Foi um jornalista, político, advogado, orador, crítico, cronista, polemista, romancista e dramaturgo brasileiro.
Foi um dos maiores representantes da corrente literária indianista brasileira. Destacou-se na carreira literária com a publicação do romance O Guarani, em forma de folhetim. José de Alencar consolidou o romance brasileiro, ao escrever movido por sentimento de missão patriótica. Suas obras são especialmente bem sucedidas quando o autor transporta a tradição indígena para a ficção.
 Til é uma obra de José de Alencar, escrita em 1872. Til retrata a linguagem e os costumes da vida rural na época em que foi escrito. Trata-se de um romance que retrata a vida no campo, e faz parte do regionalismo de José de Alencar, junto com a obra O gaúcho, O sertanejo e O tronco do ipê. José de Alencar buscava criar algo como uma literatura nacional, onde a cultura e os valores brasileiros fossem realçados, alinhado com o romantismo.
Til é o apelido de Berta, a personagem principal do livro. Berta é a representação da heroína romântica, devido à sua beleza compaixão e sua empatia com o vilão da historia, Jão fera.
Enredo
Em um passeio pela fazenda, Berta e Miguel encontram Jão Fera, que tem fama de bandido. Após um desentendimento entre eles, Jão vai embora a pedido da menina. Os dois amigos vão ao encontro de Linda e Afonso, irmãos gêmeos e filhos de Luís Galvão e de Ermelinda. Linda ama Miguel, mas Berta e Miguel já se amam. Contudo, para não ver o sofrimento da amiga, Berta faz de tudo para que Miguel fique com Linda.
A história é marcada por tentativas de assassinatos. Pelo assassinato de Aguiar, seu filho oferecera uma recompensa a quem matar o assassino, Jão Fera. Já o personagem Barroso e seu bando planejam provocar um incêndio na casa de Luis Galvão para matá-lo e, depois, apagando o incêndio Barroso pretende oferecer seus serviços à viúva e conquistá-la, vingando assim a traição do passado, pois ficaria com a esposa daquele que manchara a honra de sua esposa Besita...
 
Contribuição do aluno André Roque / Turma 801 / Ativo 2012

 

 

 

 

 

domingo, 9 de setembro de 2012

Conhecendo José de Alencar - O Sertanejo

O Sertanejo.


 


José de Alencar foi um autor muito importante em nossas vidas, tudo que ele sempre quis nos mostrar era o significado de movimentos que ocorrem em nossas vidas.

Em uma de suas obras que é O Sertanejo, podemos perceber a semelhança  que ele faz sobre o Romantismo,mas disso descobrimos que o Sertanejo foi um romance da Fase Regionalista  de José de Alencar, publicado em 1875.

O Sertanejo foi praticamente a última obra de Alencar antes de sua terrível morte.

Essa obra é retratada no interior nordestino do século XVIII,onde se mostra a história de um simples homem  de campo, mas era vaqueiro e também um herói.

Os dias e trabalhos do vaqueiro traçam o nordeste do Brasil.

É uma espécie de síntese de características literárias. Seu personagem principal, que é Arnaldo, enfrenta os mais sérios riscos na esperança de conquistar a simpatia da filha do fazendeiro.
  
Pelas características de Arnaldo, ele é muito comparável com indígenas . Sim, podemos relembrar de Peri e Ceci nessa história.

A obra O Sertanejo é com certeza algo que deve ser divulgado,pois tem o objetivo de nos mostrar as fases incríveis do Romantismo.

Em torno do livro, os personagens estão em várias dificuldades que a vida se mostra melhorar,então é muito recomendável,mas não acho que seria indicado para crianças, pois elas não entenderiam o significado desse livro,talvez se os pais explicassem, nesse caso seria uma boa opção.

Contribuição de Gabriel Cal Silva Figueiredo / Turma 802 / Ativo 2012

Conhecendo José de Alencar - Lucíola


Conhecendo José de Alencar
José Martiniano de Alencar  nasceu em Mecejana, estado do Ceará em 1º de maio de 1829. Seu pai era um senador empolgado pela causa pública. Sua mãe era conhecida pela alta dose de tolerância, persistência, abnegação. José de Alencar atribuía a ela o haver desenvolvido imaginação e capacidade para o sonho.
Estudante sério, compenetrado, ausente das aventuras e noitadas, José de Alencar era um leitor de largo fôlego e assídua freqüência aos livros.
Aos 17 anos, matriculou-se no curso de Direito na Faculdade Paulistana onde passou quatro anos. Regressando ao norte, ingressou na Faculdade de Olinda, Pernambuco. Nesta ocasião, visitou sua terra natal passando onde ficou por dois meses. O contato com aquela realidade, o ar do sertão, as histórias e a gente do lugar são determinantes para que surja aquele que nascera para ser escritor. A influência da terra e da gente, as histórias ouvidas em criança, a leitura a seu gosto, das epopéias indígenas e finalmente, documentos coloniais, resultaram no germe dos seus livros indianistas.
Por motivo de uma enfermidade, teve de retornar à São Paulo onde concluiu seus estudos e tornou-se advogado. O trato das leis era sua profissão, o cultivo das letras a sua obsessão e vereda para a glória.
Aproximou-se dos jornais e logo se tornou um destacado jornalista abrindo as comportas de tudo quanto armazenara de capacidade e de criação em vários anos. Conquistou prestígio chegando a ser diretor do jornal onde teve a oportunidade de revelar-se romancista publicando em folhetins os romances “Cinco Minutos”, parte de “Viuvinha” e “O Guarani”.
Em diferentes etapas, fez-se professor de direito mercantil, diretor de seção da Secretaria da Justiça e consultor do mesmo Ministério.
Foi um homem que prezava a vida familiar estável. Era tímido e avesso ao mundanismo da corte. Em nenhuma fase da sua carreira foi um homem comunicativo, sociável. Soube lutar quando necessário sem que jamais alguém o conseguisse calar. Romântico sem sociabilidade, nunca quis figurar nas festas e reuniões literárias bem como se negou a colaborar com revistas e anuários.
Ingressou na política onde experimentou as amarguras da perda da simpatia popular.
De súbito, uma palidez no rosto é diagnosticada como Tuberculose pulmonar e o remédio indicado é uma viagem à sua terra natal.
Entrega-se por inteiro à literatura. Nela, é considerado o precursor do romantismo no Brasil dentro de quatro características: indianista, psicológico, regional e histórico. José de Alencar utilizou como tema o índio e o sertão do Brasil. Em suas obras, valorizou a língua falada no Brasil, a despeito de escritores da época que usavam a língua de Portugal. Escreveu obras de estilos variados e criou romances que abordam o cotidiano.
Algumas de suas obras destacadas são:

Indianistas: Ubirajara, Iracema, O Guarani.
Psicológicos: Diva, Lucíola, Senhora, A Viuvinha.
Regionalistas: O Sertanejo, O Tronco do Ipê, O Gaúcho, Til.
Históricos: As Minas de Prata, A guerra dos Mascates.

Fez algumas viagens pela Europa. De volta ao Brasil, falece ao lado da esposa e filhos em 12 de dezembro de 1877, aos 48 anos.
Suas obras são clássicos muito lidos atualmente. Tamanho valor da literatura Alencariana pode ser comprovado pelo sucesso de telenovelas baseadas em suas obras. Mais recentemente, em 2005, a Rede Record de Televisão exibiu a novela “Essas Mulheres,” baseada nos romances ‘Lucíola’, ‘Diva’ e ‘Senhora’, de José de Alencar.
José de Alencar ocupa a posição de patrono da cadeira 23 na Academia Brasileira de Letras.

 LUCÍOLA

A história de Lucíola, 1862, se passa no Rio de Janeiro do século XIX, e é uma história em que o narrador participa dela, e ele se chama-se Paula Silva, de 25 anos, pernambucano recém-chegado do Rio de Janeiro.
Logo na sua primeira semana no Rio, Paulo tem um grande problema, ele arruma dois encontros sucessivos, sendo um com uma bela moça chamada LUCÍOLA e logo se interessa por ela. Entretanto, um amigo dele, o Dr. Sá, o alerta que a bela moça por quem Paulo se encantou é uma prostituta, que se utilizava do nome de Lucíola.
Mesmo com o conselho do amigo, Paulo procura a bela jovem e os dois têm uma noite de amor. Depois disso, a prostituta começa a tratá-lo com desprezo e é vista constantemente com outros homens. Paulo chega a ver Lucíola ficar nua na frente de várias pessoas durante um evento. Diante disso, Paulo decidiu esquecer Lucíola. Com isto, a jovem ficou desesperada e decidiu deixar a vida de prostituição.
Lucíola contou que só começou a se prostituir para que sua família n passasse necessidade, pois toda ela havia sofrido com uma triste doença. A revelação deixou Paulo ainda mais apaixonado por Lucíola e ele acabou a deixando grávida. Entretanto, a gravidez de Lucíola era de risco e ela morreu por complicações na gestação. Antes de morrer, Lucíola trouxe sua amiga Ana para morar na casa do casal, na esperança de que Paulo casasse com ela depois da sua morte, entretanto Paulo nunca quis Ana, mesmo depois da morte do seu grande amor.
Como podemos ver, essa grande trama de amor se parece muito com uma outra obra, chamada “A Dama Das Camélias”, só que essa magnífica obra literária de José de Alencar é brasileira o que faz com que ela tenha algo especial que “ A Dama Das Camélias” não tenha.
Em uma análise geral essa obra trás grandes emoções para o leitor e alem de tudo, se o leitor não for ALIENADO e ler querendo saber o que tem atrás da historinha de uma coitada prostituta, verá que o preconceito naquela época não era somente com os negros mas sim com todos.

Nome: Matheus Dietrich Lima
Ano/Turma: 8º/802

Entrevista - Marcelo Salvini Fernandez - Diretor da Coprof

Entrevista com o diretor da Coprof -
 Cooperativa de Professores 
Marcelo Salvini Fernandez


1-O que é uma cooperativa?
Primeiro eu vou falar sobre a diferença entre uma cooperativa e uma empresa. Em uma empresa você tem um dono, esse dono pode ou não trabalhar na empresa, e você contrata demais pessoas para trabalharem na empresa, ou seja, todos são seus empregados, já em uma cooperativa você não tem dono, quem é o presidente dessa cooperativa, neste caso sou eu, deve ser eleito de três em três anos pelos cooperados, o dono você nunca pode tirar, ele manda e a gente faz tudo que ele manda, do jeito que ele quer. Então, eu estou na presidência há 12 anos porque os cooperados me reelegem a cada três anos, o dia que eu não estiver agradando, eles podem eleger outro cooperado para ser o presidente. Na cooperativa, o presidente pode trazer ideias e o grupo de pessoas, chamados cooperados, decidem democraticamente como que essa cooperativa vai funcionar, então todos eles tem voz ativa, não é só uma pessoa decidindo, igual na empresa, onde o que o dono quer a gente faz.
2-Por que vocês decidiram formar uma cooperativa e não uma empresa privada?
Quando nós fundamos a cooperativa nós éramos 20, 20 é uma escola que tinha ido à falência, como a gente tinha ido à falência, todo mundo estava sem salários por 5/6 meses, então nós não tínhamos capital. Para você começar uma empresa você tem que ter capital, tem que ter dinheiro, bastante dinheiro pra você abrir uma empresa, então nós resolvemos, não só por isso, abrir uma cooperativa porque nós íamos ajudar nas duas partes, democraticamente, de como as coisas eram estabelecidas, e financeiramente, porque nós não tínhamos o dinheiro necessário. Na época que nós abrimos a cooperativa, lá pelo ano de 2000, a cooperativa pagava pouquíssimos impostos, já as empresas pagavam os impostos muito altos. Isso no decorrer do tempo foi trocando muito, hoje em dia a cooperativa paga vários impostos, mas naquela época a cooperativa pagava menos impostos. Então nós resolvemos abrir a cooperativa, como deu tão certo, até hoje nós estamos em regime de cooperativa.
3-O que o levou a seguir a profissão de diretor?
Bom, eu acho que em primeiro a liderança nata, eu já nasci com isso, eu sempre gostei de liderar. Tudo que eu gosto de fazer, eu gosto de estar à frente. Então quando eu decidi abrir a escola no ano de 2001, já me colocaram como diretor, continuei e gostei dessa posição. Eu acho que gosto muito da área de educação, fui professor durante 15 anos, desde meus 19 anos eu dava aula e gosto muito de ajudar as pessoas, de conversar e de lidar com o ser humano.
4-Em que consiste seu trabalho, o que ele abrange?
Bom, aqui no Ativo eu sou o diretor geral, o que significa isso? Nós temos o diretor geral, que sou eu e temos outras duas direções, a direção pedagógica, que hoje em dia é a Marlene, e a direção financeira, que é a Rosângela, na direção geral eu simplesmente tenho que ver todas as partes da escola. Então a parte pedagógica se ela vai ruim passa dos dois professores pro coordenador, do coordenador pra diretora pedagógica, e da diretora pedagógica pra mim.  A mesma coisa na parte financeira, se a gente tiver algum problema financeiro, alguma inadimplência, alguns impostos atrasados, graças a Deus não temos nenhum, passa pela diretora financeira e a diretora financeira traz pra mim. Então o diretor geral ele está onde estão os problemas, o que tiver problema a gente vai. Então são nos três segmentos da parte pedagógica, na escola infantil, no segundo ao quinto e no sexto ao nono, essa é minha função aqui dentro, onde estiver o problema eu estou lá, além de representar a escola legalmente. O que significa isso? Todo o processo que a gente possa vir a ter eu que tenho que ir ao Fórum para representar a escola, assinar pela escola.
5-Em sua opinião qual é a importância dos alunos na escola?
Como eu disse, gosto muita da cooperativa, por ela ser democraticamente formada, assim como a cooperativa é formada eu gosto da escola que é democrática e o que é isso? É uma escola em que o aluno tem opinião, o aluno faz um projeto, pois ele acha que o projeto é importante e não porque ele é obrigado a fazer. Então tudo dá mais certo e tudo é mais prazeroso quando o aluno é parte dá proposta, ele quer fazer aquilo que ele está fazendo. E é uma aprendizagem muito maior, porque o aluno está participando da proposta.
6-Você já trabalhou em escola pública? Qual você acha que é a maior diferença entre uma escola pública e uma escola particular em geral?
Não, mas estudei durante minha vida toda. Nas escolas públicas os professores são concursados, eles fazem um concurso e eles entram, e depois eles não são mandados embora não, é muito difícil um professor da rede pública perder o emprego. Já na rede particular a concorrência é muita, nós temos várias escolas particulares inclusive com salários diferentes. Então o que acontece, infelizmente apesar de sermos todos professores há uma seriedade maior na escola particular, porque na escola particular se você não fizer um bom trabalho você é mandado embora. Já nas escolas públicas não, na minha época que eu era aluno, eu tinha um professor e estudava na escola pública, e tinha um amigo meu que estudava na escola particular. Na escola particular ele nunca faltava, na escola pública raramente ele ia. Então a seriedade com que o professor encara hoje as escolas públicas e as escolas particulares é que faz a grande diferença. Se você não tem professores comprometidos, você não tem um bom ensino. Então vocês não ouvem falar em greve e nem por melhores salários, às vezes as escolas públicas fazem uns dois, três meses de greve. Então chega ao final do ano, o que acontece, dá uma ou duas semanas a mais e acha que compensaram esse tempo, na verdade não compensou. Então a grande diferença está nisso aí, eu acho que depende mais da administração, se tivéssemos aulas iguais, dias iguais seria ótimo, mas como têm muita greve na parte pública hoje eu considero o ensino público bem inferior ao particular.
7-O que você acha que poderia melhorar tanto nas escolas particulares quanto nas escolas públicas?
Em minha opinião como eu disse antes das empresas, elas pagam grandes impostos, elas pagam impostos como a Petrobras, como qualquer outra empresa. Eu acho que se o governo colocasse um sistema em que os impostos seriam reduzidos, com isso você poderia ter salários melhores para os professores, eles poderiam se dedicar mais. Porque hoje em dia você tem professores, excelentes professores, mas pra eles terem um bom nível de vida na parte social, eles têm que trabalhar em quatro ou cinco escolas, se eles tivessem um salário melhor, eles poderiam dedicar o tempo deles para preparar melhores aulas, pra se dedicar mais em menos escolas. Hoje eles têm que trabalhar em muitas escolas pra poder compor o salário, então se o governo ajudasse não a isenção total, mas pelo menos uma redução de impostos a tudo que fosse escola, já ajudaria muito.
8-Você acha que o professor é muito desvalorizado hoje em dia?
Sem dúvida, desvalorizado em relação aos salários. Hoje em dia, você vê que um petroleiro ou qualquer técnico ganha mais que um professor. O que é isso? Um técnico hoje em dia, ele tem o ensino médio, o ensino técnico, um professor tem a faculdade. E como pode um salário na área petrolífera de um técnico nível médio ser maior que o nível superior que é o professor. Muitas vezes professores têm pós-graduação, mestrado e até doutorado, então é muito desvalorizado.

Contribuição dada pelo grupo de Aline, Ana Elisa, Paula, Luís Henrique e Larissa
Turma 801 / Ativo 2012

Conhecendo José de Alencar - A Viuvinha

A Viuvinha                          
O livro “A Viuvinha”, de José de Alencar, foi escrito em 1860 e faz parte das suas obras do romance urbano que tem como plano de fundo o Segundo Reinado na cidade do Rio de Janeiro.
José de Alencar nasceu no dia 1 de maio de 1829 e morreu no dia 12 de dezembro de 1877. Nasceu em Messejana, mas viveu com sua família no Rio de Janeiro onde também morreu. Foi jornalista, político, advogado, orador, crítico, cronista, polemista, romancista e dramaturgo brasileiro. Em sua carreira como escritor fez muitos livros de sucesso como: O Guarani, Senhora, Ubirajara, Diva, Lucíola, A Viuvinha, entre outros.
O livro conta a história de Jorge e Carolina. Jorge é um rico herdeiro e um alto comerciante. Jorge e Carolina se conhecem, se apaixonam e resolvem se casar como nos bons costumes. No dia do casamento seu tutor Sr.Almeida vem avisar Jorge que ele esta totalmente falido. Jorge então pensa em um plano, então na noite de núpcias Jorge forja sua morte e então Carolina passa a usar um vestido preto e fica conhecida como a viuvinha.
Após terem se passado 5 anos chega na cidade um homem misterioso com o nome Carlos que aparenta ser muito rico. O que ninguém sabe é que esse homem misterioso na verdade é Jorge que tinha em mente o plano de ir para o exterior e só voltar com a sua riqueza restaurada.
Como Carolina não sabe que Carlos na verdade é Jorge acaba se apaixonando por Carlos mesmo jurando que nunca mais iria se casar. Quando Carolina finalmente descobre a identidade de Carlos ela se entrega completamente a ele e eles vão morar juntos em uma fazenda.   
A obra “A Viuvinha” conta uma história cheia de mistérios e suspense e é claro com o famoso final feliz, então recomendo que leiam ainda mais por ser de um autor tão consagrado como José de Alencar.
Contribuição do aluno Pietro 
 Turma  802 / Ativo 2012

sábado, 8 de setembro de 2012

Resenhando - Como preparar sua Resenha

O objetivo da resenha é guiar o leitor pelo emaranhado da produção cultural.
 
Como um gênero textual, uma resenha nada mais é do que um texto em forma de síntese que expressa a opinião do autor sobre um determinado fato cultural, que pode ser um livro, um filme, peças teatrais, exposições, shows etc.
 
Sua resenha terá como compromisso relatar a pura descrição com momentos de crítica direta. Tome cuidado com o uso textual em primeira pessoa, a sua crítica precisa mostrar ao leitor os principais pontos relevantes encontrados em sua crítica sejam boas ou ruins, sempre argumentando com base, ou seja, com fundamentação e nunca, mas nunca utilize expressões como “Eu gostei” ou “Eu não gostei” seja profissional e tenha fundamentação.
 
RESENHA ACADÊMICA:
 
A resenha acadêmica apresenta moldes bastante rígidos, responsáveis pela padronização dos textos científicos.
 
Suas subdivisões são:
 
resenha crítica
resenha descritiva
resenha temática
 
A Resenha crítica:
1. Identifique a obra: coloque os dados bibliográficos essenciais do livro ou artigo que você vai resenhar;
2. Apresente a obra: situe o leitor descrevendo em poucas linhas todo o conteúdo do texto a ser resenhado;
3. Descreva a estrutura: fale sobre a divisão em capítulos, em seções, sobre o foco narrativo ou até, de forma sutil, o número de páginas do texto completo;
4. Descreva o conteúdo: Aqui sim, utilize de 3 a 5 parágrafos para resumir claramente o texto resenhado;
5. Analise de forma crítica: Nessa parte, e apenas nessa parte, você vai dar sua opinião. Argumente baseando-se em teorias de outros autores, fazendo comparações ou até mesmo utilizando-se de explicações que foram dadas em aula. É difícil encontrarmos resenhas que utilizam mais de 3 parágrafos para isso, porém não há um limite estabelecido. Dê asas ao seu senso crítico.
6. Recomende a obra: Você já leu, já resumiu e já deu sua opinião, agora é hora de analisar para quem o texto realmente é útil (se for útil para alguém). Utilize elementos sociais ou pedagógicos, baseie-se na idade, na escolaridade, na renda etc.
7. Identifique o autor: Cuidado! Aqui você fala quem é o autor da obra que foi resenhada e não do autor da resenha (no caso, você). Fale brevemente da vida e de algumas outras obras do escritor ou pesquisador.
8. Assine e identifique-se: Agora sim. No último parágrafo você escreve seu nome .
 

Crônica do Dia - Facebook e a escola - Marcus Tavares



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Se as redes já ocupam parte de nossa vida com tanta importância, naturalmente devem, pelo menos, fazer parte das discussões da escola. Bem, de uma escola que contribuir com o crescimentoFacebook é na internet uma rede social com milhões de visitantes únicos, e também uma das redes sociais de maior crescimento. Read more ... » de um jovem que está neste cenário de múltiplas vozes e tecnologias.
Sim, cabe às escolas — e aqui é bom que se diga que tambCursos a distância facilitam formação profissional – Barbacena On Line - Site Sucesso. Read more ... »ém cabe às famílias — pensar as redes sociais como espaçoCinco dicas para organizar maratonas hacker inovadoras como as … – CIO - Site Sucesso. Read more ... » de informaçãoFamília e internet são fontes de informação de jovens sobre investimentos - Notícias da Internet no Site Sucesso!. Read more ... », de constituição de conhecimentos e valores positivos ou negativos, de troca de saberes, ainda mais quando mais de 50% dos alunos, senão a turma toda, burlam idades e formulários, muitas vezes com o consentimento dos pais, paraJá tentou traduzir no google tradutor Bad Romance do inglês para o sérvio? - Yahoo no Site Sucesso!. Read more ... » administrar as contas. Esta talvez seja a primeira grande discussão: crianças e jovens podem ter OrkutFacebook é na internet uma rede social com milhões de visitantes únicos, e também uma das redes sociais de maior crescimento. Read more ... » e Facebook?
As redes sociais, na perspectiva de ferramenta tecnológica e digitalPotencializando o poder do + do Social Media - implemente o poder do Google + na sua estratégia de marketing digital - artigo da Internet no Site Sucesso. Read more ... », são excelentes apoios do diálogo pós-sala de aula entre estudantes e professores. Mas a questão é que elas não são apenas ferramentasO Sucesso do Google e suas ferramentas para avançar na liderança. Read more ... ». São mídiasMidias Sociais: 7 dicas para sua Fan Page obter sucesso - artigo da Internet no Site Sucesso. Read more ... », vitrines, megafones, espelhos e janelas. QualQual o nome do plugin para wordpress que gera uma barra ao lado dos posts com links para as redes sociais? - Yahoo no Site Sucesso!. Read more ... » é o limite? Quais são as regras? Tudo valeESCOLA BILÍNGUE: Vale ou não a pena investir em idiomas. PARTE 1 INTRODUÇÃO - artigo da Internet no Site Sucesso. Read more ... » e é permitido? O que fazer quando as redes são usadas para reiterar preconceitos, para a difamação, para o bullying? As palavras respeito e ética fazem parte do glossário dos usuáriosSucesso do facebook, site com milhões de amigos e usuários: empresa de ambição na comunidade. Read more ... »?
A ideia não é didatizar, cercear a liberdade e a criatividade dos jovens no uso das ferramentas nem violar a privacidade dos mesmos, mas pensar e refletir sobreFamília e internet são fontes de informação de jovens sobre investimentos - Notícias da Internet no Site Sucesso!. Read more ... » quem somos, como agimos e de que forma nossas ações podem ser vistas, interpretadas e avaliadas.