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domingo, 12 de julho de 2015

sábado, 13 de junho de 2015

Crônica do Dia - A miopia da juventude - sem metáforas - Jairo Bourer

Há hoje um verdadeiro exército de jovens instruídos que, cada vez mais, enfrenta dificuldades de enxergar com clareza imagens que estão distantes. Uma nova pesquisa mostra que a incidência de miopia aumentou de forma importante nas últimas décadas. Hoje, ela é duas vezes mais comum entre pessoas de 25 a 29 anos do que entre as de 55 a 59 anos. Ela afeta, também, duas vezes mais os universitários do que aqueles que abandonaram a escola.

Te Contei,não ? - A natureza é o remédio

Não é incomum que, naquelas manhãs de ressaca, recorra-se ao prosaico chá de carqueja como remédio. Receita de avó. Infalível. A carqueja, planta nativa do Sul e do Sudeste do Brasil, é tão amarga quanto popular no tratamento de dores de estômago e indigestão. Usa-se o chazinho milagroso até para emagrecer. Pesquisadoras da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) hoje se debruçam sobre o enigma da carqueja. Elas pesquisam se a planta tem mesmo em sua composição substâncias capazes de combater o parasita que causa a esquistossomose – doença que, segundo a Organização Mundial da Saúde, afeta cerca de 240 milhões de pessoas no mundo. “Estamos na fase de estudos para verificar se a carqueja é segura”, diz Ana Lúcia Ruiz, coordenadora do Departamento de Farmacologia e Toxicologia de um centro multidisciplinar da Unicamp. Se a eficácia da carqueja se comprovar e algum gigante da indústria farmacêutica se interessar em produzir o medicamento e colocá-lo no mercado, completa-se o ciclo ideal da pesquisa com biodiversidade: o conhecimento popular inspira a ciência; a ciência abastece a indústria; e a indústria fornece o medicamento para a população.   

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Te Contei, não ? - De quem é a culpa ?

Um dos bens mais valiosos estar acabando e ninguém sabe de quem é a culpa, com a falta d’água vários problemas começa a surgir, nossos governantes coitados, não sabe mais o que fazer, níveis baixíssimos das represas acarretará em um apagão em breve, mais um, dois e quantos forem necessários e a conversa sempre será a mesma, “foi uma falha técnica na linha de transmissão tal” e nós nunca saberemos qual foi o real problema, sempre a culpa será dessa bendita linha de transmissão.

domingo, 12 de abril de 2015

Te Contei, não ? - O pulmão do mundo está ofegante

Rio - Aumento na mortalidade de árvores na Amazônia está afetando a capacidade da floresta de absorver gás carbônico (CO2) e limpar nosso ar. O gás armazenado pelo bioma na década de 1990 chegou a dois bilhões de toneladas por ano. De 2000 para cá, a capacidade se reduziu até chegar a um bilhão de toneladas de CO2 por ano: queda de 50% em pouco mais de 20 anos. O estudo, publicado na revista ‘Nature’, considerou áreas que não sofreram consequências diretas de atividades humanas. 

sexta-feira, 27 de março de 2015

Te Contei, não ? - No Dia da Água, um sinal de alerta


GABRIEL SABÓIA
Rio - Diante da maior estiagem dos últimos 84 anos e em meio à maior crise de abastecimento da história, o Rio celebra o Dia Mundial da Água torcendo por momentos melhores. A pouco mais de 500 dias da abertura dos Jogos Olímpicos, especialistas explicam como o estado, conhecido pela abundância de água, chegou ao nível de alerta em relação ao desabastecimento, indicam alternativas de reaproveitamento hídrico e apontam medidas para atenuar impactos futuros.
“A situação vivida no Rio é diferente da de São Paulo, já que extraímos água do manancial do Paraíba do Sul, enquanto o estado vizinho aposta nos reservatórios, que permanecem baixos”, afirma o diretor de produção da Cedae, Edes Fernandes. De fato, não basta apelar para que São Pedro envie chuvas torrenciais. No Rio — estado que foge à regra nacional, onde mais de 60% do consumo é doméstico —, o uso responsável por cidadãos e indústrias é fundamental. 
Embora ainda não existam incentivos fiscais a empresas que utilizem água de reúso, é crescente a consciência corporativa. “A água tratada em estações de esgoto não é potável, mas deve ser utilizada na construção civil e indústrias, deixando o estado potável apenas para o consumo humano”, ressalta Edes, que cita o uso e larga escala no Simperj e na Reduc. 
Conter a poluição das lagoas da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá é um dos desafios apontados
Foto:  Alexandre Vieira / Agência O Dia
Já o coordenador do curso de Engenharia Ambiental da Universidade Cidade de São Paulo (UNICID) , Alex Souza Silva, ressalta o número de residências sem saneamento básico, o que acentua o assoreamento de rios e polui alguns dos palcos das competições da Olimpíada de 2016: “O despejo de matéria orgânica nas águas decorre dos processos de ocupação desordenada e favelização.” 
Apesar da garantia de expansão do serviço, o panorama da Cedae para a Baía de Guanabara não é dos melhores, já que ecobarreiras e ecobarcos devem proteger os atletas de detritos maiores. Disputado pelos estados do Sudeste, o potencial do Sistema Hidráulico do Paraíba do Sul passa por uma fase de otimização.
Segundo a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, manobras feitas já garantiram o armazenamento de mais de 700 milhões de metros cúbicos de água desde maio de 2014, o que resguardaria o estado em futuros períodos de seca. A Cedae aposta na construção da estação Novo Guandu, que deve ser finalizada em até quatro anos. Com a elevatória, a produção de água tratada aumentaria em dez mil litros por segundo.
Reúso e dessalinação são saídas 
Tecnologia desenvolvida pela Coppe, centro de pesquisa em engenharia da UFRJ, pode ser a solução contra a pior crise hídrica enfrentada pelo estado. O sistema utiliza membranas, que funcionam como um superfiltro, para purificar águas poluídas e retirar sais da água do mar. O modelo que já é usado nos países do Oriente Médio poderá baixar em até 70% a conta da água. Hoje se gasta, em média, R$ 30 por metro cúbico de água, com o reúso, o valor cai para R$ 8 pelo mesmo volume. Estados Unidos e China já adotam o sistema.
Borges critica a importação de tecnologia disponível pela UFRJ
Foto:  Alexandre Brum / Agência O Dia
No Rio, a tecnologia da Coppe já despertou a atenção de indústrias para utilização nos sistemas de refrigeração. Responsável pelo Laboratório de Processos de Separação com Membranas do Programa de Engenharia Química, o professor Cristiano Borges espera que o governo do estado se interesse em usar o sistema disponível pela Coppe para atender à população fluminense, em vez de importar tecnologia de outros países. “Só há duas soluções para a escassez da água: o reúso que esbarra no preconceito e a dessalinização da água do mar”, diz Borges.
Há 50 anos, a Estação do Guandu 
Hugo de Mattos, coordenador das obras de criação da Estação de Tratamento do Guandu, há 50 anos, lembra da árdua tarefa que foi fazer com que o abastecimento chegasse a todas as regiões. “Na Zona Sul, o abastecimento não era pleno. Nas zonas Norte e Oeste, moradores ficavam semanas sem água. “A saída foi fazer um túnel subterrâneo de grandes dimensões que ligava Nova Iguaçu até o Jardim Botânico. De lá, outro subtrecho cortava a Zona Norte com água do Rio Paraíba do Sul”, recorda. 
Para ele, as atenções devem ser voltadas para bairros em pontas de linha, como Barra da Tijuca e Recreio. No entanto, ele descarta o tratamento da água de pequenos rios da região. “Seria caro e não daria vazão. A solução passa por expandir o sistema já existente”, conclui.
Hugo de Mattos coordenou a implantação da Estação do Guandu
Foto:  Fernando Souza / Agência O Dia
O desenvolvimento de novas formas de captação de energia em larga escala também devem ser postas em discussão, afirma Alex Souza e Silva. “Não podemos desconsiderar um momento de escassez máxima, em que o consumo e a energia ficariam prejudicados pela falta d’água”, ressalta. Para a conscientização do uso responsável da água, a Cedae recebe por ano mais de 14 mil crianças na estação de Tratamento do Rio Guandu, onde elas acompanham todas as etapas do processo de tratamento e aprendem a importância de preservar a água.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Te Contei,não ? - Down, com muito orgulho

No mês dedicado à Síndrome de Down, várias ações buscam conscientização

Segundo levantamento, para 83% dos entrevistados a presença dos que têm a síndrome melhora a empresa e deixa o chefe mais capacitado para resolver problemas

BEATRIZ SALOMÃO

terça-feira, 24 de março de 2015

Personalidade - François Dossa: “Que país é este? Não é sério”

Em 6 de outubro de 2011, a Nissan, sexta maior montadora do mundo, anunciou o plano de investir o equivalente a R$ 2,6 bilhões para construir uma fábrica de carros e motores em Resende, no Rio de Janeiro. Naquele dia, o dólar valia R$ 1,56. Na semana passada, ultrapassou os R$ 3. A desvalorização do real nesse período, de 48%, diminui a recompensa de quem apostou no Brasil. Não é só. O mercado de automóveis encolheu e o número de competidores aumentou. O Inovar-Auto, programa do governo de incentivos fiscais às montadoras, é questionado na Organização Mundial do Comércio. Falhas na oferta de água e energia elétrica, na Região Sudeste, obrigam a fábrica a fazer reformas menos de um ano após a inauguração. Presidente da Nissan no Brasil desde 2013, o economista francês naturalizado brasileiro François Dossa diz por que, apesar das surpresas desagradáveis, mantém a aposta no país.

Te Contei, não ? - Disputa amarga

RIO - Os cigarros
aromatizados — adocicados e mentolados — são populares em todo mundo. São opções mais palatáveis, que, segundo alerta da Organização Mundial de Saúde (OMS), aumentam o apelo ao consumo do tabaco, principalmente entre os mais jovens. A restrição de aditivos com sabores e aromas é hoje, portanto, um dos maiores alvos dos grupos antitabagistas e, não à toa, motivo de discórdia entre legisladores e indústrias do fumo de vários países, a exemplo do Brasil. Para propor estratégias mais eficazes no combate aos aditivos, cientistas, representantes de organizações e governos darão especial atenção ao tema na Conferência Mundial do Tabaco, que começou ontem, em Abu Dhabi.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Te Contei, não ? - Professores Pardais e seus alunos contra a crise hídrica

Estudantes de instituições fluminenses criam projetos de sustentabilidade, como calhas PET, para reaproveitar a água de chuva e banheiros e gerar energia

Te Contei, não ? - Floresta asfixiada

RIO - Considerada uma espécie de freio para as mudanças climáticas por sua capacidade de armazenar grandes quantidades de gás carbônico, um dos causadores do efeito estufa, a Amazônia poderá ter esse papel minimizado nos próximos anos. É o que indica o mais amplo estudo já feito sobre o tema na região, ao mostrar que, em pouco mais de 20 anos, caiu pela metade a capacidade de a floresta absorver carbono da atmosfera. De um pico de 2 bilhões de toneladas de CO2 por ano na década de 1990, a captação desse bioma se reduziu a 1 bilhão de toneladas e, pela primeira vez, é menor que as emissões de combustíveis fósseis na América Latina. O trabalho, publicado ontem pela revista “Nature”, foi desenvolvido ao longo de 30 anos e teve participação de uma equipe internacional de quase cem pesquisadores, liderados pela Universidade de Leeds (Reino Unido).

A pesquisa alerta ainda que as taxas de mortalidade de árvores da Amazônia aumentaram em mais de um terço desde meados da década de 1980, o que afeta a sua capacidade de armazenar carbono. Os pesquisadores explicam que, inicialmente, a alta de CO2 - ingrediente-chave para a fotossíntese - levou a uma espécie de surto de crescimento de plantas. No entanto, o excesso do composto parece ter tido também consequências inesperadas, levando as árvores a crescerem rápido, mas também a morrerem mais cedo.

- Em todo o mundo, as florestas têm nos ajudado absorvendo carbono extra. Cerca de um quarto de todas as nossas emissões tem sido armazenado por florestas como a amazônica. Este estudo nos lembra que isso não pode continuar para sempre. O armazenamento de carbono extra feito por florestas vai se saturar, uma vez que elas não podem crescer para sempre. Com a diminuição da capacidade de estocar o carbono, precisaremos de cortes ainda mais duros nas emissões de CO2 para estabilizar o clima - alertou ao GLOBO, por e-mail, Oliver Phillips, coautor e professor da Faculdade de Geografia da Universidade de Leeds.

Os cientistas examinaram 321 lotes da floresta em 6 milhões de quilômetros quadrados da Amazônia. Eles identificaram e mensuraram 200 mil árvores, registrando as mortes, o crescimento e o surgimento de novos exemplares. Phillips adverte que as mudanças mostradas pelo estudo ocorrem em áreas que não sofreram as consequências diretas de atividades humanas, uma vez que foi analisada parte dos cerca de 80% da floresta original existente.

- Nós vimos como a floresta amazônica remanescente, intacta, mudou ao longo do tempo. Então, essas são as áreas que não foram afetadas diretamente pelo desmatamento ou exploração madeireira. Nessas florestas, vemos mudanças ocorrendo.

Os pesquisadores afirmam que episódios recentes de escassez de chuvas e altas temperaturas na Amazônia também podem ter desempenhado um papel no aumento da mortalidade das árvores e perda da capacidade de absorção do carbono. Embora o estudo constate que o processo começou antes da seca intensa que afetou a floresta em 2005, os cientistas dizem que o fenômeno matou milhões de árvores adicionais.

- Independentemente das causas do crescimento da mortalidade de árvores, este estudo mostra que as previsões de um aumento contínuo do estoque de carbono em florestas tropicais podem ser demasiado otimistas - afirmou Roel Brienen, principal autor do estudo.

Membro da equipe que desenvolve o projeto desde 2004, o brasileiro Luiz Aragão, pesquisador da Divisão de Sensoriamento Remoto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), diz que a falta de clareza sobre a origem do processo tem impacto no seu desenrolar no futuro.

- Ainda não está claro se o aumento da mortalidade das árvores pode ter ocorrido devido a eventos de seca recentes ou se essa é uma resposta à saturação da capacidade de absorver carbono. Por isso, fica difícil prever qual o papel da Amazônia a longo prazo. Se a origem for essa questão da seca, a floresta poderá retomar o seu papel de sumidouro no futuro. Se for a perda da capacidade de carbono, poderá não retomar - antecipa.

WWF-BRASIL PEDE MAIS CUIDADO

Para Mauro Armelin, superintendente de conservação da WWF-Brasil, os resultados mostram que os efeitos de intervenções na floresta não são apenas locais:

- Esses resultados têm de fazer com que tomemos mais cuidado. Está claro que a capacidade do bioma está sendo reduzida e que não sabemos como ele pode reagir. Se, com 20% de desmatamento, ao menos metade da capacidade de absorção foi reduzida, não podemos mais mexer em nada dessa floresta, apenas fazer um uso sustentável e repensar o nosso modelo de desenvolvimento. Estamos conseguindo medir alguma reações da floresta, mas não sabemos o quanto esse organismo será resistente em relação à mudança do clima. O que poderia ser um freio pode não suportar as mudanças.

O projeto - que reúne cientistas trabalhando em oito países da América do Sul e é coordenado pela Rainfor, rede de pesquisa dedicada ao acompanhamento das florestas amazônicas - continuará a monitorar áreas não perturbadas e deve aumentar atuação e escopo. De acordo com Aragão, um dos objetivos é avaliar o papel das áreas das florestas que sofreram queimadas e outros distúrbios no balanço total de carbono na Amazônia.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/sustentabilidade/fica-dificil-prever-qual-papel-da-amazonia-longo-prazo-diz-brasileiro-que-participou-de-estudo-internacional-15636011#ixzz3UsJc6yMy



Te Contei, não ? - Mulheres - A armadilha do álcool


A capixaba Luciana (foto acima) é uma morena bonita, de sorriso largo e corpo escultural. Fala de forma calma e pausada, com um leve sotaque de sua terra natal. Aos 42 anos, ela já foi casada duas vezes e morou em quatro países além do Brasil: Estados Unidos, Espanha, México e China. 

Entrevista - Michael Mack


Quem alerta não é um ambientalista, e sim o maior vendedor de pesticidas do mundo. Mas ele avisa: precisamos dessas substâncias para produzir mais comida


O executivo americano Michael Mack preside um colosso que fatura US$ 15 bilhões por ano: a empresa suíça Syngenta, maior vendedora global de inseticidas, herbicidas, fungicidas e outros produtos químicos para a agricultura. Essas substâncias garantem que o mundo produza alimentos suficientes para toda a humanidade. E garantem também que o Brasil seja uma potência na produção de alimentos, mesmo em sua condição de paraíso tropical para pragas. A agricultura em grande escala, porém, tornou-se viciada e usa quantidades cada vez maiores de química. Mack admite: como sociedade, temos um problema a resolver.

domingo, 8 de março de 2015

Te Contei, não ? - Na seca e sem luz ?

Em janeiro, a Savyon, empresa de tecelagem com 250 funcionários no Bom Retiro, Centro de São Paulo, organizou um show-room para apresentar sua nova coleção de malhas aos clientes. Por conta da falta d’água, os convidados de Renato Bitter não puderam usar o banheiro durante a reunião de negócios. Após o constrangimento, o empresário decidiu investir 15 mil reais na compra de duas caixas-d’água de 10 mil litros, além de contratar o abastecimento diário de um caminhão-pipa. O temor agora é um possível racionamento de luz, com inevitável impacto sobre a produção. Não há geradores com capacidade suficiente para manter ativas as máquinas de sua planta. “Falaram que não haveria falta d’água, mas ela é uma realidade. Podem prometer, mas é difícil confiar que a oferta de energia não será afetada.”

sábado, 7 de março de 2015

Te Contei, não ? - Impacto ainda maior do vício

RIO -
O cigarro é um inimigo mais poderoso do que se imaginava. Um estudo divulgado ontem pela Universidade Nacional da Austrália mostra que dois em cada três fumantes morrerão por causa do hábito, caso continuem fumando. É um índice mais alarmante do que o anunciado no ano passado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que considerava que metade dos usuários de tabaco morreriam por causa do vício.

Crônica do Dia - Multiplicação de doses - Flávia Oliveira

Acesso fácil e tolerância social alimentam consumo de álcool por jovens. Eles já não saem (de casa) para beber; bebem para sair

Te Contei, não ? - Brincadeira de alto risco

A morte de Humberto Moura Fonseca, de 23 anos, em uma festa universitária em Bauru, interior de São Paulo, trouxe novamente o debate sobre o consumo de bebidas alcoólicas entre estudantes. Apesar de ser proibido na maioria das faculdades, o uso de álcool pelos alunos acontece em confraternizações patrocinadas por empresas do setor, que possuem torneios cujo objetivo é ver quem bebe mais em menos tempo.

domingo, 22 de fevereiro de 2015