terça-feira, 6 de maio de 2014

Te Contei, não ? - Literatura de Cordel


Por Izaías Gomes de Assis


O que é
                              literatura de cordel?
É uma narrativa poética popular escrita com métrica e com rimas soantes (perfeitas ou quase perfeitas).

Te Contei,não ? - A vida na Idade Média


A vida na Idade Média


Período Medieval


A Idade Média situa-se entre o século V, marcado pelofim do classicismo greco-romano e o século XV, ou seja, o início da Renascença. Cobre por isso um período muito vasto da história, abrangendo praticamente 10 séculos.

Te Contei,não ? - Os Cavaleiros Medievais

Desde os 7 anos, candidatos a cavaleiro aprendiam a ler e escrever – privilégio para poucos na Europa dos séculos 10 a 14 –, a se portar social e religiosamente, a cavalgar e a batalhar.

Entendendo Manuel Bandeira - Porquinho da Índia

Porquinho da Índia 
                                 Manuel Bandeira        


“Quando eu tinha seis anos

Ganhei um porquinho-da-índia.
Que dor de coração eu tinha
Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão!
Levava ele pra sala
Pra os lugares mais bonitos, mais limpinhos,
Ele não se importava:
Queria era estar debaixo do fogão.
Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas…
- O meu porquinho-da-índia foi a minha primeira namorada.”




É muito comum que a ideia de poesia esteja associada com os sentimentos, especialmente ao amor. Essa, é a visão mais comum, a primeira que qualquer pessoa interessada em ensinar a literatura costuma ter. Manuel Bandeira, é reconhecido como poeta humilde e delicado, características que sem dúvida, estão presentes em suas obras. Nesta, a relação entre o discurso amoroso e a perda do objeto amado abre possibilidades de explorar o sujeito.

Te Contei, não - Tristão e Isolda

A história de Tristão e Isolda é uma interpretação literária de antiga lenda celta do século IX. Ela narra, basicamente, as aventuras e desventuras de um jovem casal apaixonado - Tristão, originário da Cornualha, e a princesa irlandesa Isolda -, o qual necessita vencer complexas adversidades político-sociais para se unir definitivamente.

A popularidade da história de Tristão e Isolda foi conseguida graças a Maria da França, uma mulher de quem pouco se sabe, que escrevia versos sobre histórias de cavalaria já conhecidas ou que ainda corriam entre os contadores de história.
Esse conto, conhecido desde o ano 1000, é de origem puramente celta.


A lenda


A história passa-se na Cornualha, onde Marco é rei, mas o magnetismo causado pelo nome de Arthur fez com que essa história se prendesse também ao corpo da lenda. Tristão não era famoso por sua habilidade como lutador, mas tinha grande agilidade física. Era também um harpista.

A história de Tristão é marcada por tragédias, dizia-se que ele nunca foi visto sorrindo, a começar por seu nascimento, onde seu pai é morto em batalha, perdendo o reino de Lionesse, e sua mãe morre no parto. Graças a estas tragédias, ele recebe o nome de Tristão. Criado por um cavaleiro como se fosse seu filho, Tristão desconhece sua origem e de seu parentesco com Marco, seu tio.

Ainda criança, Tristão mata por acidente um outro menino durante uma rixa. Levado para Bretanha a fim de ter uma educação de cavaleiro e um dia recuperar seu trono, Tristão acaba preso em um navio muçulmano, onde seria vendido por escravos, se não tivesse conseguido fugir, indo parar nas costas da Cornualha.

Durante muito tempo permanece na corte dorei Marco, sem revelar a este que era seu sobrinho, o que ocorre quando a Irlanda cobra um antigo tributo da Cornualha que, se não fosse pago, só poderia ser substituído pela luta entre dois campeões da família real da Irlanda e Cornualha. Tristão se oferece e parte para lutar contra Morolt, matando-o quando este prende a espada no casco do barco. Ferido pela espada envenenada de Morolt,

 Tristão é colocado em um barco sem remos com sua harpa para ser curado pela rainha da Irlanda. Durante sua permanência disfarçado, com o nome de Tãotris, acaba se apaixonando pela princesa Isolda, que cuidava dele. Mas Isolda acaba prometida a Marco e Tristão retorna à Irlanda para buscá-la.


Na viagem de volta, no entanto, eles bebem um filtro de amor que a criada de Isolda, Brangwen, havia preparado para a noite de núpcias da princesa, com isso uma paixão cega toma conta deles, de tal forma que, quando chegam a Cornualha, já são amantes. Começa então o mórbido, mas interessante relato do casamento de Isolda com o já desconfiado Marco e a continuação de sua aventura com Tristão.


Segue-se então a descoberta e a fuga de Tristão para a Britânia, onde se casa com uma princesa só porque seu nome também era Isolda (Isolda das Mãos Brancas), não podendo consumar o casamento. Quando está prestes a morrer de uma infecção causada por uma seta envenenada, Tristão manda uma mensagem, implorando que Isolda da Irlanda viesse até ele, e ordena que, no retorno do barco, deveriam estender velas brancas se a trouxessem e negras se ela não viesse.

Quando as velas brancas são vistas se aproximando, sua esposa Isolda diz que elas são negras. Angustiado Tristão morre, e Isolda chega, para morrer ao lado dele.

Entendendo Manuel Bandeira - Neologismo

                                             NEOLOGISMO
                    
                                        (Manuel Bandeira)

Beijo pouco, falo menos ainda.
Mas invento palavras
que traduzem a ternura mais funda
E mais cotidiana.
Inventei,  por exemplo, o verbo teadorar.
Intransitivo
Teadoro, Teodora

   Esse poema de Manuel Bandeira é sobre uma pessoa bastante tímida, porém romântica, que se diz ser inventor de verbos. Nessa obra ele inventa o verbo ‘teadorar’ e faz trocadilhos com o mesmo, por exemplo, ele diz que o verbo é intransitivo, ou seja não precisa de complemento, referindo-se a adoração que ele tem por Teodora. No último verso ele faz mais um trocadilho com o nome dela trocando o A pelo O.



Letícia  Barbosa Salvini Fernandez
Turma 801 / 2014

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Artigo de Opinião - Yes, nós temos bananas - Leonardo Pereira

Yes, nós temos bananas

A força simbólica da resposta de Daniel Alves expressa a herança de uma vivência de preconceitos nos campos presente desde o começo da prática do esporte inglês no Brasil

Ao comer a banana que lhe foi arremessada pela força do racismo nos campos espanhóis, o lateral direito Daniel Alves virou motivo de polêmica. A partir de seu ato, personalidades e torcedores anônimos passaram a fazer da fruta o símbolo de uma campanha contra a discriminação e a intolerância racial nos campos europeus. Outros viram em tal atitude uma alusão infeliz, que reproduziria o racismo do torcedor que arremessou a fruta. Analisado pela perspectiva da história do futebol no Brasil, no entanto, a banana dada pelo lateral direito ao preconceito constitui mais um capítulo do longo processo de enfrentamento da discriminação racial que marcou aqui a apropriação do futebol por negros e mestiços.
A força simbólica da resposta do jogador brasileiro expressa a herança de uma vivência de preconceitos nos campos presente desde o começo da prática do esporte inglês no Brasil. Ao fundarem os primeiros clubes dedicados à sua prática nas grandes cidades brasileiras, os jovens endinheirados e quase brancos que os compunham trataram de tentar garantir sua exclusividade e distinção com regras que excluíam de suas disputas jogadores cujas feições ou ofícios pudessem aproximá-los da experiência ainda recente da escravidão. Em 1907, a liga que controlava o futebol no Rio de Janeiro chegou a enviar aos clubes a ela associados um ofício no qual comunicava a todos “que não serão registradas como amadores nesta liga as pessoas de cor”.
Na contramão de proibições como estas, negros e mestiços teimavam em praticar o jogo em clubes e ligas próprios. Ainda assim, era branca a imagem que os dirigentes esportivos nacionais tentavam projetar através do esporte — como sugeria o aspecto helênico dos jogadores que participavam dos selecionados que representavam o país nas primeiras disputas sul-americanas. Em uma delas, no entanto, a contradição desse esforço de distinção se mostrou de forma clara: em meio ao campeonato sul-americano de 1920, realizado no Chile, a delegação brasileira tomou conhecimento das reportagens publicadas em Buenos Aires, pelo jornalista Palacio Zino. Sob o título “Macacos em Buenos Aires”, ele atribuía a toda a delegação brasileira, formada pelos filhos de algumas das mais destacadas famílias do Rio de Janeiro e de São Paulo, esta marca negra — em sugestão potencializada pela caricatura que acompanhava a matéria, na qual os jogadores e dirigentes esportivos que compunham a delegação brasileira eram igualmente representados como símios. Sem reconhecer entre os brasileiros nenhum tipo de diferença, a matéria descrevia a todos como macaquitos — imagem que seria recorrente, a partir de então, na imprensa portenha.
No Brasil, é claro, o caso foi tomado como grande ofensa. Indignados, jornalistas de diferentes folhas atacavam o articulista, que, na sua ignorância, atribuíra a uma delegação composta por jovens refinados e distintos a marca negra de que tanto desejavam se afastar. Um escritor destoava, no entanto, da indignação geral. Mestiço e crítico das teorias raciais, o romancista Lima Barreto tratava o caso com desdém. “Não vejo motivos para zanga nesse história de os argentinos chamarem-nos de macacos”, defendia em crônica publicada na revista “Careta”. Exaltando as qualidades do animal, notava que nas “histórias populares” brasileiras ele seria sempre objeto de “muita simpatia”. Passava por isso a tratá-lo como um símbolo legítimo e positivo da nacionalidade, assim como os ursos brancos no caso dos russos ou o galo para os franceses. O fazia, é claro, como uma provocação à elite do esporte nacional, como deixava claro ao fim de outra de suas crônicas: “A nossa vingança é que os argentinos não distinguem, em nós, as cores; todos nós, para eles, somos macaquitos.” Rindo de uma elite que pretendia ser o que não era, Lima Barreto evidenciava o caráter socialmente determinado da aversão àquele símbolo.
Era atuando nas brechas de tais contradições que jogadores como Leônidas da Silva e Domingos da Guia, destaques brasileiros na Copa de 1938, conseguiriam nos anos seguintes garantir o espaço dos afrodescendentes nos campos nacionais. Revelava-se assim um processo de enfrentamento do preconceito nos campos que, capitaneado pelos próprios negros e mestiços, ajudou a redefinir nos anos seguintes as imagens da nacionalidade.
Não é um acaso, por isso, que tenha sido de um jogador brasileiro um dos mais fortes atos simbólicos contra o preconceito que insiste em reaparecer nos campos do presente. Ao comer a banana, e explicar que usou a energia dela decorrente para fazer o cruzamento do qual poderia sair o gol da vitória de seu time, Daniel Alves mostrava mais uma vez a capacidade de ação que marcou nas décadas anteriores a história de outras vítimas do racismo nos campos. Ao inverter e ressignificar o sentido da alcunha macaquito, passava a englobar nela não só os que comem as bananas, mas também os que as arremessam. A diferença é que o lateral direito, respaldado pela história dos negros nos campos do Brasil, fez disso motivo de orgulho e expressão de conquistas, enquanto o torcedor que lhe jogou a fruta apenas dava margem a seus instintos animais mais básicos.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/yes-nos-temos-bananas-12338086#ixzz30ToxdWxt

Crônicas do Dia - Somos todos macacos - Artur Xexéo

Somos todos macacos



Num primeiro momento, não tive muita certeza se tinha gostado ou não da campanha lançada por Neymar e que tomou conta da internet no último domingo. “Somos todos macacos” foi a resposta do jogador mais famoso do Brasil às atitudes racistas que ele mesmo e muitos outros atletas têm sofrido em estádios pelo mundo afora. A campanha de agora foi motivada pela banana atirada em Daniel Alves quando ele se preparava para bater um escanteio no jogo entre Villareal e Barcelona. 

Comecei a desconfiar da campanha logo que a foto de Neymar, segurando uma banana descascada, ao lado de seu filho, Davi Lucca, segurando um bananão de pelúcia, chegou ao meu computador. Foi tudo rápido demais, a foto era bonita demais, espontaneidade zero. Parecia coisa de agência de publicidade. E era. Neymar e a agência aguardavam apenas o momento oportuno de lançar a campanha. O inesperado comportamento de Daniel Alves comendo a banana que lhe foi jogada acionou Neymar & Cia.

A atitude de Daniel Alves é a novidade dessa história. Jogadores agredidos por atos de racismo costumam ter dois tipos de comportamento. O primeiro é uma fingida indiferença seguida de um desabafo choroso. O segundo é o revide agressivo. Daniel Alves inaugurou um terceiro tipo: o bom humor. Diante da banana jogada, ele pegou a fruta, descascou e comeu. O comportamento de Daniel Alves ganha mais força quando se percebe, pelas declarações que deu após o jogo, que ele não tinha intenção de iniciar movimento algum. Só queria rir dos racistas. “Tem que ser assim. Não vamos mudar”, disse ele, sem esperança de qualquer transformação nas frequentes atitudes preconceituosas por parte do público do futebol. “ Há 11 anos convivo com a mesma coisa na Espanha. Temos que rir desses retardados.”

Impliquei mais um pouquinho com a campanha do Neymar quando vi que até a presidente Dilma aproveitou para tirar uma casquinha (alguém ainda sabe o que significa tirar uma casquinha?). É ótimo que Dilma exponha seu pensamento antirracista. O problema é o estilo. O primeiro tuite de Dilma sobre o assunto é claro: “Neymar lançou a campanha Somos Todos Macacos para mostrar que temos todos a mesma origem”. É mesmo, Pedro Bó? Se a Dilma não nos explicasse, como iríamos aderir? A presidente já havia pisado na bola em tuite anterior: “Diante de uma atitude que infelizmente tem se tornado comum nos estádios, Daniel Alves teve atitude.” Deixa eu ver se entendi: Daniel Alves teve atitude diante de uma atitude? Ah... o estilo da Dilma é sempre surpreendente.

Só perdi toda a minha resistência à campanha do Neymar quando vi ontem a primeira página aqui do GLOBO. Todas aquelas fotos das celebridades que aderiram à campanha antirracista expondo-se de forma, às vezes, ridícula ao lado de uma banana diziam que o assunto é mais sério do que uma simples pose gaiata na internet pode indicar. A sugestão levemente erótica da banana de Luciano Huck e Angélica, a banana nanica de Luan Santana, a banana explícita de Fred... são muitas os tipos de banana e muitas as formas de preconceito. Qualquer manifestação que diminua o impacto de atitudes racistas deve ser incentivada. Conte comigo, Neymar. Somos todos macacos.

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Para quem quiser acompanhar a polêmica da banana com boa música, não faltam exemplos no cancioneiro popular brasileiro. Se bem que a primeira vez em que ouvi banana numa canção foi na voz de Harry Belafonte. Lá por 1956 ou 1957 _ eu sei que faz tempo, mas eu era praticamente um bebê _, era só ligar o rádio que, fatalmente, estava tocando “Banana boat song”, o que a gente considerava um calipso. Na verdade, a música é jamaicana e parece que é ou era cantada pelos colhedores de bananas locais. Mas estava no disco de calipso do Belafonte, então... “Come, Mister Tally Man, tally me banana”, cantava o Belafonte, e a gente repetia em forma de paródia: “Eu não sou macaco, mas eu gosto de banana”. Só depois eu descobri que a banana era praticamente uma obsessão de Braguinha que a cantou em grandes sucessos, como “Yes, nós temos banana” (“banana, menina, tem vitamina”) e “Chiquita Bacana” (aquela que se vestia “com uma casca de banana nanica”), e em canções mais obscuras, como “Sem banana macaco se arranja”. Como as outras, essa é uma parceria com Alberto Ribeiro feita para o filme “Banana da terra”, de 1939. Foi cantada por Carlos Galhardo, mas totalmente eclipsada por uma canção de Dorival Caymmi lançada no mesmo filme, “O que é que a baiana tem?”, na voz de Carmen Miranda. 

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Enquanto isso, Lula diz que o julgamento do mensalão foi 80% político. Tudo bem, Lula. Mas os 20% restantes de julgamento jurídico são suficientes para deixar todo mundo na cadeia por um bom tempo

Tá na Hora do Poeta - Namoro a cavalo - Álvares de Azevedo


  1. Namoro a Cavalo







Eu moro em Catumbi. Mas a desgraça
Que rege minha vida malfadada,
Pôs lá no fim da rua do Catete
A minha Dulcinéia namorada.

Alugo (três mil-réis) por uma tarde
Um cavalo de trote (que esparrela!)
Só para erguer meus olhos suspirando
À minha namorada na janela...
Todo o meu ordenado vai-se em flores
E em lindas folhas de papel bordado,
Onde eu escrevo trêmulo, amoroso,
Algum verso bonito... mas furtado...
Morro pela menina, junto dela
Nem ouso suspirar de acanhamento...
Se ela quisesse eu acabava a história
Como toda a Comédia- em casamento...

Ontem tinha chovido... Que desgraça!
Eu ia a trote inglês ardendo em chama,
Mas lá vai senão quando uma carroça
Minhas roupas tafues encheu de lama...

Eu não desanimei! Se Dom Quixote
No Rossinante erguendo a larga espada
Nunca voltou de medo, eu, mais valente,
Fui mesmo sujo ver a namorada...
Mas eis que no passar pelo sobrado,
Onde habita nas lojas minha bela,
Por ver-me tão lodoso ela irritada
Bateu-me sobre as ventas a janela...
O cavalo ignorante de namoros
Entre dentes, tomou a bofetada,
Arrepia-se, pula, e dá-me um tombo
Com pernas para o ar, sobre a calçada...
Dei ao diabo os namoros. Escovado
Meu chapéu que sofrera no pagode,
Dei de pernas corrido e cabisbaixo
E berrando de raiva como um bode.
Circunstância agravante. A calça inglesa
Rasgou-se no cair, de meio a meio,
O sangue pelas ventas me corria
Em paga do amoroso devaneio!...

Álvares de Azevedo 

Prefiro não comentar !!!!!!


Te Contei, não ? - Orientações para um correto Seminário


Seminário

É uma apresentação oral realizada por alguém que ocupa a posição de especialista sobre um determinado assunto. Tem como objetivo informar os ouvintes sobre um tema.

Etapas do Seminário

1.  Abertura – O expositor entra em contato com o auditório saudando os ouvintes e apresentando o grupo.
2.  Introdução ao tema – O expositor apresenta o assunto, despertando a curiosidade, o interesse dos ouvintes.
3.  Desenvolvimento – É o momento em que as informações devem ser expostas por meio de exemplos, imagens, gráficos e outros materiais de apoio.
4.  Conclusão – É o momento em que o expositor retoma os principais prontos / aspectos da exposição e apresenta uma mensagem final.
5.  Encerramento – É o momento em que o expositor agradece ao auditório.



Avaliação – O que será avaliado?

Planejamento e Pesquisa

1.  Todos os integrantes do grupo participaram da preparação do Seminário?
2.  Houve um bom diálogo entre os integrantes e a execução de tarefas em prazos previamente acordados?
3.  A pesquisa trouxe novas informações, extraídas de fontes confiáveis?
4.  Foram feitos resumos de textos ou livros sobre o tema?
5.  Foram realizados entrevistas com especialistas no assunto para obter mais dados?
6.  Houve ensaios e planejamentos para a apresentação?

Etapa de exposição oral

1.  Todos os integrantes do grupo se apresentaram durante o Seminário?
2.  Todos falaram de forma clara, audível e bem expressiva?
3.  A linguagem estava natural e adequada ao público?
4.  Todos tiveram uma postura física adequada, com corpo ereto, procurando olhar para os ouvintes?
5.  Os materiais de apoio estavam enriquecedores?
6.  Os ouvintes mantiveram – se atentos e interessados ou nem sempre atentos ou distraídos?
7. No geral, a apresentação foi muito boa, interessante ou desinteressante?

Te Contei, não ? - Verbos Abundantes

Verbos Abundantes

Leia as manchetes criadas a partir de notícias veiculadas na mídia.

Ruas inundadas: Prefeito
afirma ter limpado os bueiros
antes das chuvas


Ruas da cidade foram
limpas pelos garis.

O verbo limpar apresenta duas formas para o particípio passado: limpado e limpas.
Em nossa Língua Portuguesa existem verbos que apresentam duas formas para o Particípio. Veja alguns exemplos:

Acender – acendido, aceso
Suspender – suspendido, suspenso
Enxergar – enxugado, enxuto
Entregar – entregado, entregue
Fritar – fritado, frito

Verbos Abundantes são aqueles que apresentam duas formas para o Particípio. O Particípio terminado em –do é denominado Regular. Aqueles que utilizam outras terminações são chamados de Irregulares.

O Particípio Regular deve ser usado junto com vos verbos TER  e HAVER.

O povo tinha elegido o prefeito da cidade.



Os agricultores haviam aceitado o preço estabelecido pela cooperativa.


O Particípio Irregular deve ser usado junto aos verbos SER, ESTAR e FICAR.

O prefeito da cidade foi eleito pelo povo.

O preço estabelecido pela cooperativa foi aceito pelos agricultores.

Verbo
Regular e Irregular
Aceitar
Aceitado e aceito
Acender
Acendido e aceso
Benzer
Benzido e bento
Concluir
Concluído e concluso
Eleger
Emergir
Entregar
Enxugar
Expelir
Expressar
Exprimir
Expulsar
Extinguir
Elegido e eleito
Emergido e emerso
Entregado e entregue
Enxugado e enxuto
Expelido e expulso
Expressado e expresso
Exprimido e expresso
Expulsado e expulso
Extinguido e extinto
Frigir
Findar
Frigido e frito
Findado e findo
Imergir
Imprimir
Inserir
Isentar
Imergido e imerso
Imprimido e impresso
Inserido e inserto
Isentado e isento
Limpar
Limpado e limpo
Matar
Morrer
Matado e morto
Morrido e morto
Omitir
Omitido e omisso
Prender
Prendido e preso
Romper
Rompido e roto
Salvar
Segurar
Soltar
Submergir
Suprimir
Suspender
Salvado e salvo
Segurado e seguro
Soltado e solto
Submergido e submerso
Suprimido e supresso
Suspendido e suspenso
Tingir
Tingido e tinto.

Observações:

1. Os Particípios Regulares dos verbos ganhar ( ganhado ) gastar ( gastado ) e pagar ( pagado ) vêm sendo substituídos, aos poucos, pelos Particípios Irregulares: ganho, gastado e pago.

2. Alguns verbos têm apenas o Particípio Irregular.

Abrir – aberto
Cobrir – coberto
Dizer – dito
Fazer – feito
Ver – visto
Escrever – escrito
Pôr – posto
Vir – vindo

3.  Os Verbos Pegar e Chegar, na língua culta, apresentam apenas o Particípio Regular – pegado e chegado.