quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Artigo de Opinião - Esperança, um bicho preguiça - Karla Rondon Prado

Contagem do tempo em horas e dias nos faz esperar que na virada da meia-noite tudo mude


O Dia

Crônica do Dia - Como morre uma escola - Eduardo Paparguerius

Em 2002, quando fui trabalhar no Colégio Estadual Herbert de Souza, a principal reclamação dos professores era a superlotação. De fato era duro, mas no fundo eu gostava

Crônica do Dia - A coluna de Natal - Artur Xexeo

A coluna de Natal

Crônica do Dia - Em 2014, ' vem pra rua você também '

 
 
A repórter Andréia Sadi revelou que o presidente do Senado, doutor Renan Calheiros, preocupado com sua cabeça, requisitou um jato da FAB para voar de Brasília a Recife, onde fez um implante de 10 mil fios de cabelo. Quem nestas festas viajou com seu dinheiro deve perceber que esse tipo de coisa só acabará pela associação dos direitos de voto e de manifestação em torno de políticas públicas. Só com o voto isso não muda. Pelo voto, Renan começou sua carreira política em 1978, elegendo-se deputado estadual pelo MDB de Alagoas.

Crônica do Dia - Um outro sentido da festa

Tasso Azevedo
 
Publicado:


Crônica do Dia - Dia de Natal

Dia de Natal - ROBERTO DAMATTA

Crônica do Dia - Alice e o Papai Noel

Zuenir Ventura, O Globo
 

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Te Contei, não ? - Memória quase destruída de uma diva "brasileira" - Carmem Miranda - a Pequena Notável

Doadas, roupas usadas em espetáculos pela Pequena Notável, que nasceu em Portugal, estão desbotadas e enferrujadas. Recuperação custará R$ 1, 5 milhão

Crônica do Dia - Fissuras natalinas

  • Assim vamos nós, manada humana, rumo ao consumismo, cientes deque nos arrancarão o dinheiro e a alma
 

Crônica do Dia - Juntos e misturados na sala de aula

  • Brasil assiste ao triste espetáculo do retrocesso na votação doPlano Nacional de Educação. Separar as crianças com deficiências das demais é um atraso
 
 

Crônica do Dia - Brasileiro é otário ?

  RODRIGO CONSTANTINO

Resenhando - Como contar historias

Crítica: Portela é destaque na safra de sambas de enredo de 2014

  • Disco traz bons e maus exemplos de como se desenvolver um tema usando recursos de letra, música, arranjo e citações
Leonardo Lichote
 

Crônica do Dia - Bimbalham os sinos ? - Arnaldo Jabor

Bimbalham os sinos?

Todos os natais são iguais: um sentimento de solidariedade jamais praticada durante o ano

 

domingo, 22 de dezembro de 2013

Crônica do Dia - Negra

 

Da janela do hotel dava para ver Ponta Negra, que uma vez escalei

 

Te Contei, não ? - Diário de Dom Pedro II mostra que transtorno atravessa os tempos

 

Enchente junto à Câmara de Petrópolis, no início do século XX
Enchente junto à Câmara de Petrópolis, no início do século XX Foto: Agência O Globo / Agência O Globo
 

Crônica do Dia - Bendita derrubada - Roberto Pompeu de Toledo

 

Adeus ao viaduto da Perimetral, no Rio de Janeiro (Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro / Divulgação)
Com a implosão, adeus a boa parte do monstrengo que é o viaduto da Perimetral, no Rio de Janeiro (Foto: Prefeitura do Rio de Janeiro)

Entrevista - Rita Lee

 

  • Cantora lança ‘Storynhas’, livro que reúne textos seus publicados no Twitter e ilustrados por Laerte; ao GLOBO, ela compara controle de biografias a censura, critica José Dirceu e diz se considerar ‘alienada’

Rita Lee, autora de “Storynhas”: “Eu ia assistir a comício do Zé Dirceu querendo me enganar que lá estava um rockstar"
Foto: Divulgação/Renato Parada
Rita Lee, autora de “Storynhas”: “Eu ia assistir a comício do Zé Dirceu querendo me enganar que lá estava um rockstar" Divulgação/Renato Parada

Crônica do Dia - Ubuntu - Adriana Calcanhoto

 

Ubuntu

Te Contei, não ? - Um passei histórico por jardins e parques do Rio

 

De Norte a Sul, cidade acumula áreas de respiro projetadas por urbanistas ao longo dos séculos


Pista Cláudio Coutinho, na Praia Vermelha: único espaço público carioca que explora a relação do mar com a floresta
Foto: Agência O Globo / Márcia Foletto
Pista Cláudio Coutinho, na Praia Vermelha: único espaço público carioca que explora a relação do mar com a floresta Agência O Globo / Márcia Foletto
 

sábado, 21 de dezembro de 2013

Te contei, não ? - Anorexia avança no universo masculino

 

  • Percentual de homens que tem buscado por ajuda já oscila entre 10% e 15% do total de pacientes

O estudante e músico LMR, de 14 anos, morador de Santo André, SP, perdeu 22 quilos em três meses
Foto: Michel Filho / O Globo
O estudante e músico LMR, de 14 anos, morador de Santo André, SP, perdeu 22 quilos em três meses Michel Filho / O Globo

Te Contei, não ? - Escolas com nomes de ditadores são rebatizadas

O Globo - 13/12/2013
 
 
Colégio de Nova Iguaçu homenageará líder negro Abdias do Nascimento e, em Salvador, escolhido é o guerrilheiro Carlos Marighella
 

Resenhando - Crítica - um Ney desigual, mas vibrante

 

 
 
Silvio Essinger - O Globo
 
 
 
RIO - Ney Matogrosso é um daqueles poucos artistas da MPB que realmente fazem o que bem entendem. Com reconhecido talento para conciliar refinamento e gosto popular, nem sempre, contudo, ele acerta. E acertar ou não... Bom, isso não parece fazer muita diferença para esse artista ainda em experimentação aos 72 anos de idade. “Atento aos sinais” é um daqueles seus discos pop, em que canta velhos conhecidos, outros não tão velhos e alguns bem novos. Desigual, mas vibrante, o CD não vai além, musicalmente, do que ele vem fazendo desde que deixou os Secos & Molhados, mas revela uma inquietação em falta nos novos trabalhos dos seus contemporâneos.
Para Ney, gravar Pedro Luís não é novidade. Mas reformar para 2013 o “Incêndio” do Urge, ancestral banda de Pedro, é inesperado e faz todo o sentido — bem como pegar o “Freguês da meia-noite” do Criolo e não acrescentar muito mais do que a sua própria voz. O idioma do Tono, em “Não consigo”, soa bonito com seu sotaque. E, da mesma forma, “A ilusão da casa”, de Vitor Ramil, passa por ele e sai do outro lado como uma potência radiofônica. Se, em alguns casos, como no da ausência de tensão em “Isso não vai ficar assim”, de Itamar Assumpção, a coisa fica estranha, não tem problema: está na cota de risco de Ney.
Cotação: bom

Crônica do Dia - Ferramenta de inclusão

 

  • Exclusão dos negros precisa ser superada em todas as dimensões, o que inclui o mercado de trabalho
Edson Santos 

Te Contei, não ? - Escola é investigada por racismo

 

  • Segundo mãe de estudante de 8 anos, após se recusar a cortar o cabelo, colégio não renovou matrícula
Mãe de Lucas Neiva, de oito anos, acusa colégio de racismo Foto: MichelFilho/ O Globo
Mãe de Lucas Neiva, de oito anos, acusa colégio de racismo MichelFilho/ O Globo

Te Contei, não ? - Viúva de Chico Mendes preferiu cuidar da família

 

  • Ilzamar disse que opção de não se envolver muito com a luta ambientalista no Acre custou perseguições
Ilzamar Medes, viúva de Chico Mendes Foto: Gustavo Stephan / Agência O Globo / -5-12-2013
Ilzamar Medes, viúva de Chico Mendes Gustavo Stephan / Agência O Globo / -5-12-2013

Entrevista - Genésio Ferreira da Silva

 

  • Genésio Ferreira da Silva tinha apenas 13 anos quando testemunhou toda a trama do assassinato do líder seringueiro. Vinte cinco anos depois, decidiu escrever um livro de memórias
Chico Otavio
Genésio passou por situações difíceis após revelar a trama que matou Chico Mendes Foto: Gustavo Stephan / O Globo / 05-12-2013
Genésio passou por situações difíceis após revelar a trama que matou Chico Mendes Gustavo Stephan / O Globo / 05-12-2013

Te Contei, não ? - Sonho que se apaga em Xapuri

 

09/12/2013 - O Globo - Chico Otávio Enviado especial

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Te Contei, não ? - A revolta das Luluzinhas

 

Escrito por: Redação
Fonte: Revista Época

A euforia e a indignação provocadas nas redes sociais pelo novo aplicativo Lulu - que permite às mulheres (sem se identificar) dar nota aos homens (sem o consentimento deles)

 

Crônica do Dia - Abaixo Papai Noel !

 
 
Acho que fui um menino burrinho. Durante anos, todo Natal, eu tentava ver Papai Noel. Minha casa não tinha chaminé. E minha mãe tinha um bazar que também vendia brinquedos. Mesmo abrindo o pacote, embrulhado com os papéis festivos que ela usava nas vendas, eu caía na história de Papai Noel. Todas as manhãs do dia 25, acordava surpreso.
– Mas não vi o Papai Noel.
– Ele passou assim que você dormiu, mas, como estava com pressa para entregar outros presentes, não pôde esperar você acordar – dizia mamãe.

Pacientemente, eu aguardava o ano seguinte. Havia um motivo ambicioso para tanto fervor. Queria ganhar um cavalo branco, de corrida. Minha mãe sempre explicava a falha.

– Papai Noel disse que não tinha espaço para o cavalo aqui em casa. O ano que vem ele dará um jeito.

Foi decepcionante descobrir que Papai Noel não existia. A história ficou tão engasgada que um dos meus primeiros livros infantis, Meu encontro com Papai Noel, fala de um menino que vê o velhinho de barbas brancas no shopping, o segue até sua casa e descobre que é um homem comum e pobre. Ah, sim, o menino quer um cavalo de corrida...

Penso: por que os pais ainda inventam, reforçam essa mentira? Não sou um radical do politicamente correto que quer proibir tudo. Mas os shoppings já estão lotados de Papais Noéis. Há profissionais especializados, que engordam o ano inteiro para ganhar uma grana recebendo as crianças nos shoppings, ouvir seus pedidos e fazer “ho ho ho”. Devem derreter dentro daquela roupa vermelha. É tenso ser Papai Noel. Algum dia um Papai Noel mais nervoso dará uns safanões numa criancinha insistente.

Sua lenda vem do século IV, quando um bispo turco, São Nicolau Taumaturgo, botava, anonimamente, saquinhos com moedas nas chaminés dos mais necessitados. Bem, nem tão anonimamente assim, já que todo mundo ficou sabendo e foi canonizado. Papai Noel também é chamado de São Nicolau. Mora, para alguns, no Polo Norte. Para outros, na Lapônia, onde vive cercado de elfos mágicos, que trabalham sem ganhar hora extra, nem ter direito a férias ou décimo terceiro salário. Hoje, fabricam até videogames! Sua imagem atual foi criada por Thomas Nest, numa ilustração da revista Harper’s Weekly, que só se popularizou ao ser usada numa campanha da Coca-Cola, em 1931.

Particularmente, fico irritado ao entrar num shopping e ver Papais Noéis com um sorriso eterno. Por trás de toda essa festa há, sim, uma palavra mágica: “gaste”, “gaste”, “gaste”. Mágica para os donos das lojas, claro. É terrível as crianças pedirem presentes que não podem ter, como meu cavalo de corrida. O realmente mais terrível é ter passado esses anos todos com a consciência de que Papai Noel não existe e se tornou só uma invenção lucrativa do Natal. Eu adoraria que existisse! Faço de tudo para tornar a lenda real. Explico aos amigos e à família que voltei a acreditar em Papai Noel. Ainda não me levam a sério. Qualquer hora dessas, envio as cartinhas diretamente às minhas sobrinhas. Ou se comovem, ou me internam. O mundo acha lindo uma criança acreditar em Papai Noel. Mas é cruel quando um adulto insiste em acreditar que vai achar um presente na chaminé.

Já que a lenda persiste, só resta fazer alguma coisa. Todos os anos, os correios recebem milhares de cartas de crianças pedindo presentes. A gente vai lá, escolhe os pedidos adequados ao bolso. Compra e envia anonimamente. Muitas crianças ficam sem presente, porque extrapolam nos pedidos. Outras ganham, sim, uma surpresa de Natal. Nos últimos anos, tenho escolhido algumas cartinhas. É um sentimento agradável saber que uma criança desconhecida passará o Natal feliz, com um brinquedo que não poderia ganhar da família. Talvez esse sentimento seja o verdadeiro espírito natalino. Também, sempre me dou de presente uma cesta de Natal, repleta de gulodices. Já para amenizar o regime que farei o ano que vem, quem sabe? Já que Papai Noel não vem, eu mesmo me presenteio. Mas não nego, também ganho bons presentes.

Insisto: abaixo Papai Noel! Qual seu sentido na formação de uma criança, na relação com o mundo? Sonhar é bom, sempre. Mas esse é um sonho cruel. Não entendo insistir numa história, para depois contar que era mentira. Descobrir que Papai Noel não existe costuma ser o primeiro ritual infantil para a entrada no mundo adulto. A primeira dor, a perda de alguém que a criança ama, para então saber simplesmente que nunca existiu.

Walcyr Carrasco - Revista Época

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Entrevista - Marco Antonio Villa

Marco Antonio Villa: "A década petista é a década da falácia"

Autor de um livro sobre os dez anos do PT no poder, o historiador diz que os êxitos do partido são menores que a propaganda faz crer e que o Brasil é um país de miseráveis

JOSÉ FUCS
           

Te Contei, não ? - Segredos de Jorge Amado

Segredos de Jorge Amado

O escritor sempre fez mistério sobre seus tempos de militância. Obras inéditas ajudam a entender o período mais obscuro de sua biografia

MARCELO BORTOLOTI
           

sábado, 7 de dezembro de 2013

Te contei, não ? - A Convenção de Copenhague

 
 
A COP15, como o nome já sugere, é o décimo quinto encontro realizado pelos países signatários da Convenção Marco sobre Mudança Climática, acordo firmado durante a ECO-92, no Rio de Janeiro, que estabeleceu diretrizes para uma coordenação internacional contra o aquecimento global. A Convenção acontecerá em Copenhague, na Dinamarca, entre os dias 7 e 18 de dezembro de 2009.
 
Tem por objetivo negociar, redigir e aprovar os termos da segunda parte do Protocolo de Kyoto – a primeira foi elaborada e definida em 1997, entrou em vigor em 2005 e expira em 2012. Essa continuidade do Protocolo estabeleceria novas metas de redução da emissão de gases de efeito estufa a serem cumpridas a partir de 2013 ou 2014.

Tá na Hora do Poeta - Minhas flores - Alex de Araújo Sales

 
 
 
Minhas flores
 
 
Em meio a selva da pobreza
Raios de esperança possam com destreza
E assim nascem as flores
Que por algumas morremos de amores
 
Mas em meio a essas flores
Cheias de mágoas e dores
Algumas nascem com espinhos venenosos
E por algum motivo andam em caminhos tortuosos
 
Oh! Grande humanidade
Criadora de tempestade
Sem um pingo de bondade
 
E nesse mundo fantástico
Conseguimos perceber
Que flores de plástico não morrem
 
Alec de Araújo Sales
Turma 902 / 2013

Personalidade - O homem que serviu à humanidade






O homem que serviu à humanidade

A coragem e a benevolência de Nelson Mandela caberiam na personalidade de um herói de cinema. Seus feitos e brilhantes citações parecem parte de um enredo que só pode ter sido inspirado por alguma divindade africana

Por Oswaldo Faustino e Celso Fontana

Opinando .... A importância da História da Literatura - Amanda Rainha Monteiro

 
 
 
 
A importância da História da Literatura
 
 
 
 
Nesse ano, inserimos como disciplina, uma nova matéria : História da Literatura. Matéria essa que abre portas e oportunidades. Com ela, aprendemos diversas coisas que nos são úteis. Mas por que aprendê - la? Por que ler livros literários? São tantas respostas, tantas explicações, porém algumas podemos ressaltar.
Essa matéria em forma de Oficina nos faz compreender melhor o mundo, a entender a sociedade. A Literatura é o espelho da sociedade, estudando -a podemos decifrar os enigmas do mundo em que vivemos.
Estudando Literatura estamos estudando a história. História também é muito importante, pois por meio dela podemos conhecer e entender fatos passados. Com ela, podemos conhecer o passado, entender o presente e melhorar o futuro. Para mim, Literatura é uma forma alternativa de estudar História. Uma maneira de maior entendimento e melhor compreensão.
Como pessoa e estudante, a Literatura me ajudou a começar a olhar o ponto de vista alheio, a compreender outros mundos e formas de viver. Me auxiliou a assimilar o mundo em que vivo, a começar a questionar aspectos que não concordo. Me ajudou a viver melhor.
Em geral, a Literatura nos auxilia em diversos aspectos da vida. Nos faz compreender a vida, as pessoas, o mundo.
 
 
 
Amanda Monteiro Rainha
Turma 701 / 2013  


sábado, 30 de novembro de 2013

Tá na hora do Poeta - Amizade - Gabriel Martins




 
Amizade



Para começar, se se preocupar
Uma pitada de encontro deve rolar
Depois, um pouco de diversão
A conversa é de sua preferência.
Às vezes depende da insistência.

Nessa receita, fique muito esperto
Porque nem sempre os ingredientes dão certo
Se isso acontecer vem a confusão
Depois fica com gosto de decepção.

Para tentar evitar
Não confie em grandes colheres
Ponha os ingredientes aos poucos
E selecione muito bem seus talheres.


Depois que já mexeu bastante,
Pode achar algumas falhas.
Essas são importantes!
Vão dizer se o recheio é crocante.

Se fez o seu tipo
Continue a receita
Pegue uma colher de pau
Prove pra ver se ficou legal.
Nessa parte tu verás
Se investiu bem nos seus ingredientes fatais.

Depois de sua prova
Use o ingrediente secreto.
Despeje a confiança,
Porém de modo discreto.

Gabriel Martins
Turma 802 / 2013



sábado, 23 de novembro de 2013

Tá na hora da Poesia - O presente de Ossanha - Amanda Monteiro



O presente de Ossanha
 
 
 
Há cem anos atrás, em um engenho de açúcar
Viviam dois meninos em paz
Um era livre e outro aprisionado
Mas ambos brincavam alegres e despreocupados
 
Certo dia com um sol de rachar
O escravo foi até a mata caçar
E nada encontrou
Até que Ossanha o ajudou
 
 
Um pássaro foi capturado
Com seu canto os corações pulavam de alegria
O senhor queria compra - lo, porém não conseguiu, para sua agonia
 
O escravo foi vendido e seu amigo ficou entristecido
Tudo parecia acabado
Entretanto o pássaro voltou e ele foi consolado.
 
 
Amanda Monteiro
Turma 701 / 2013
 
Uma releitura poética da obra " O presente Ossanha" de Joel Rufino Dos Santos
 
 
 
 
 



domingo, 17 de novembro de 2013

Artigo de Opinião - Falso dilema - Gustavo Binenbojm

Falso dilema

 
 
 
Autor(es): Gustavo Binenbojm
O Globo - 20/10/2013
 
 

Te Contei, não ? - Filhos da terra

Quilombos aguardam definição sobre posse de terras e mantêm viva herança cultural africana

  •  
Marco Grillo

Benedito Leite e Terezinha Leite, moradores do Quilombo Alto da Serra do Mar: quase 50 anos de casados
Foto: Márcio Alves / Agência O Globo
Benedito Leite e Terezinha Leite, moradores do Quilombo Alto da Serra do Mar: quase 50 anos de casados Márcio Alves / Agência O Globo

Artigo de Opinião - O que você vai ser quando crescer ?

 MARTHA MEDEIROS

ZERO HORA 

Artigo de Opinião - O Acre de Chico Mendes

 
 
Frei Betto
 

domingo, 10 de novembro de 2013

Quem conta um conto .... União

Era uma vez, em uma cidade no interior, chamada Gramática... Lá, as pessoas eram muito inteligentes devido ao método educacional adotado pelas escolas públicas e particulares. Porém, hoje em dia o bullying está presente em quase todas as escolas, inclusive na escola Análise Sintática, onde se passa a nossa história.  
No primeiro dia do ano letivo, quando o sinal de entrada tocou, os alunos foram para as suas devidas salas, exceto um… o Sujeito. Nas salas os velhos amigos se reencontravam e os novos se conheceram. Depois de um horário o Sujeito apareceu sem uniforme no 8º ano, com uma jaqueta preta de couro, uma calça jeans e uma blusa branca. Os alunos começaram a cumprimenta - lo e o professor Vocativo pediu para que todos se sentassem. Predicado logo percebeu que o professor não se importou pelo fato do Sujeito estar sem o uniforme e ter chegado atrasado. Ele ficou indignado pois, um aluno estava violando as regras escolares e nada aconteceu. Ao reclamar, o professor e os alunos tentaram avisar, porém era tarde. Naquele mesmo momento, Predicado percebeu que algo estranho havia acontecido, até que um colega de sala chamado Conectivo sussurrou: 
- Sujeito é filho do diretor da escola!
No mesmo dia, como dinâmica de primeiro dia de aula, o diretor da escola chamou os alunos do 6º ao 9º ano para um jogo de soletrar. Após essa dinâmica os alunos foram liberados para voltar as suas devidas classes, porém, o diretor pediu que o Predicado ficasse mais um pouco para ter uma conversa a sós. Com isso, sabendo o que tinha acontecido antes, durante a aula do professor Vocativo, Predicado ficou nervoso prevendo o assunto da tal conversa. A sala em que os dois se localizavam, estava com um clima de tensão, ninguém dizia nada, até o diretor falar algo. Ele começou com perguntas intimidantes. Perguntou o motivo de sua vinda para a escola, de onde ele veio, etc. As respostas do Predicado eram curtas, pois ainda estava se sentindo nervoso. Quando Predicado estava mais calmo, o diretor fez a pergunta temida pelo aluno:
- O que você fez com o meu filho hoje mais cedo? 
- Nada, eu só questionei o fato dele estar sem uniforme e de ter chegado atrasado na aula sem ser prejudicado! – respondeu o Predicado.
- Tá mas isso é o de menos. O Adjunto Adnominal me disse que você o ameaçou. – Confirmou o diretor
- Não! Eu juro que não fiz nada disso! – Retrucou.
- Não temos provas concretas do que aconteceu ao certo. Então, por enquanto não devemos julgar ninguém. Pode se retirar. – Disse o diretor.
Passado a primeira semana de aula, Conectivo percebeu que Sujeito e Predicado ainda não se davam bem. Com isso, reuniu-se com seus amigos gêmeos: Adjunto Adverbial de Tempo e Adjunto Adverbial de Lugar, e foram à sala do diretor para buscar ajuda. No dia seguinte o diretor convocou os alunos envolvidos. Entre eles: Predicado, Sujeito, Conectivo, Adjunto Adverbial de Tempo, Adjunto Adverbial de Lugar e Adjunto Adnominal.
- Gente, todos nós estamos juntos em uma frase! – Disse o diretor.
- Por que vocês estudam aqui? – perguntou mudando de assunto.
- Para crescermos e virarmos pessoas importantes. – Afirmaram os alunos.
- E Sujeito, é verdade que você anda fazendo bullying com os colegas de classe só por ser meu filho?  
- Sim, pai, desculpa. O que eu fiz foi errado e eu mereço as devidas punições. – Disse o Sujeito.
Os alunos trocaram olhares entre si, com a boca aberta, surpresos.
- De acordo com o que disseram, vocês estão aqui para aprender. Então qual é o propósito disso tudo?  – Perguntou o diretor voltando ao assunto, com uma voz suave.
A sala de repente ficou quieta, os alunos pareciam estar pensando no futuro, e o que poderiam fazer no presente para que ele ficasse melhor. Depois de um tempo, Adjunto Adnominal fez uma confissão. Disse ao diretor que o que ele tinha falado era mentira, Predicado não tinha feito nada com o Sujeito.
Após toda a confusão, a iniciativa do Conectivo e de seus amigos Adjuntos Adverbiais fez uma grande diferença.
- Boa, Conectivo! Você conseguiu unir a escola e a paz novamente – Disse o diretor, ironicamente. 

Grupo:  André, Daniel, Matheus de Azevedo, Rafael.

Carta endereçada à autora da obra Degredado em Santa Cruz







Prezada autora Sônia Sant'ana,
 
Em minhas palavras, gostaria de te desejar um sincero parabéns pelo seu maravilhoso trabalho e lhe dizer muito obrigada.
A obra me ajudou bastante, me ensinou a ver os outros pontos de vista antes de tomar qualquer conclusão.
Desde pequenos, aprendemos na escola e com nossos familiares que os nativos que aqui viviam eram seres perversos, que visavam a morte lusitana, praticando atos canibais.
Mas ao ler o seu livro, pude entender como era a vida dos tupiniquins, o que eles pensavam, no que acreditavam e o modo de tais costumes. Consegui perceber que a fama de bondade que os lusos carregam, por séculos, não é totalmente verídica.
Os portugueses que aqui chegaram trataram os índios como objeto, exploraram até a última lasca de pau-brasil e quando viram que não tinham mais metais preciosos na Terra de Santa Cruz, resolveram abandonar as pessoas que lhes trataram com tanta hospitalidade.
Quando chegava na escola e me diziam que a matéria que aprenderíamos era Descobrimento do Brasil, achava um tédio.
Mas ao ler a sua obra, consegui ver que nosso país tem uma história linda, cheia de mistérios, vitórias, fracassos e lutas.
Este livro me ajudou a compreender o contexto da história brasileira, me fez dar atenção a fatos quase ocultos, mas que fazem toda a diferença. me fez repensar os valores que tinha em minha mente, me ensinou a compreender outros pontos de vista. E o mais importante, me fez conhecer a História do Brasil de um forma diferente. Pude ter contato com o lado da história contada pelos nativos. Agora, eu sei o que aconteceu com os lusos e os tupiniquins.
Por meio da sua obra, conheci o contexto em que os nativos viviam, tive contato com seus costumes, crenças, modo de pensar e agir. Ou seja, por meio do livro, eu conheci os tupiniquins.
Então, gostaria de te agradecer, Sônia. Sua obra me ensinou muito, pude aprender muito além de questões históricas. Aprendi também questões morais. Obrigada!
 
Beijos,
Amanda Rainha Monteiro
Turma 701 do ano de 2013
Oficina de História da Literatura
Colégio Ambiente Transformador Interativo
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

sábado, 9 de novembro de 2013

Resenhando - Fernando Pessoa em cápsulas

 

Biógrafo do escritor português lança coletânea de frases que ajuda a entender a vida do poeta

Ana Weiss

Te Contei, não ? - Pôquer na sala de aula

Pôquer na sala de aula

Jogo entra no currículo da Unicamp para ensinar estratégias aos estudantes e aprimorá-los em fundamentos da vida profissional

João Loes

TE Contei, não ? - Anotações inéditas de Érico Veríssimo

Cartas, manuscritos, desenhos e originais do autor de "O Tempo e o Vento" serão mostrados na íntegra, em memorial que reunirá o arquivo físico e digital mantido em acervos particulares

Ana Weiss

Entrevista - Antonio Fagundes

"Temos censura que não tivemos nem na ditadura"
 
O ator diz que a produção cultural do País sofre censura econômica exercida pelo governo e pelos gerentes de marketing das empresas que determinam o que vai ou não ser levado ao público
por Wilson Aquino
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ELEIÇÕES
“Eu esperava que o PT fosse um partido íntegro
e não que abrisse outros caminhos de roubo”

Te Contei, nao ? - Flecha ligeira

 

Na Amazônia, um grupo de jovens índios alimenta suas famílias e também o sonho de fazer parte da equipe olímpica de arco e flecha nos Jogos do Rio-2016

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Índios campebas antes do treino que poderá levar alguns deles para a equipe olímpica brasileira de arco e flecha 

Entrevista - Zico - "A ditadura pode ter me tirado da Olimpíada"

Um dos maiores ídolos do futebol brasileiro, autor de mais de 800 gols, Arthur Antunes Coimbra, o Zico, foi um craque dentro de campo e também muito atuante fora dele. Como presidente do sindicato dos jogadores, nos anos 1980, correu atrás de garantir pré-temporada decente e férias aos atletas, além de lutar para que os clubes tivessem maior participação na administração do negócio futebol. Hoje, aos 60 anos, atualmente treinando o Al-Gharafa, clube do Catar, o “Galinho de Quintino” tem acompanhado, a distância, o levante dos jogadores no Brasil que demanda da CBF a participação de atletas no conselho de competições e federações e uma reformulação no calendário de jogos. “Já estava na hora de um movimento do tipo”, diz ele. Pai de três filhos e avô de cinco netos, Zico revela que sua maior frustração no futebol foi nunca ter disputado uma Olimpíada e, na entrevista a seguir, explica por que a prisão de seu irmão durante a ditadura pode ter lhe custado a participação nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1972.
 

Vale a pena assistir - Procure saber


Quem conta um conto ... - Sítio da Análise Sintática

 
 
  Era uma vez em um sítio bem longe da cidade, bem no centro das matas, em uma grande biblioteca mágica, e bem a fundo de um livro gramatical existiam simples seres minúsculos que conversavam e julgavam frases e textos entre si.  Um belo dia ocorreu um importante fato entre eles, que poderia mudar tudo.
 

Te Contei, não ? - Não era proibido proibir ?

Autor(es): Danilo Venticinque
Época - 14/10/2013
 
Vítimas da censura na ditadura militar, Chico Buarque, Gilberto Gil e Caetano Veloso agora querem assumir o papel de censor ao defender a proibição de biografas não autorizadas

Crônica do Dia - É probido proibir

"Eu digo não ao não. Eu digo. É proibido proibir. É proibido proibir. É proibido proibir. É proibido proibir.” As repetições não são minhas. São de Caetano Veloso, em música-hino contra a censura e a ditadura, em 1968. Franzino e rebelde, ele reagia às vaias no festival gritando: “Os jovens não entendem nada. Querem matar amanhã o velhote inimigo que morreu ontem”.

Quem conta um conto .... - As vantagens de ser um Sujeito

         As Vantagens De Ser Um Sujeito

(Grupo – Lucas Neiva, Gabriel Martins, Luma Pimentel, Lucas Gouveia / Turma 802 )
 
 



Capítulo 1- Autoestima
 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013